Luís Reis No que concerne aos órgãos de informação, a RAM necessita de uma televisão corajosa, isenta, que elucide os cidadãos da precaridade socioeconómica em que nos encontramos, e dos corruptos que nos levaram a tal situação.
Tivemos, durante determinado período, um programa de cariz informativo, Dossier de Imprensa, através do qual e tendo como suporte excelentes profissionais éramos semanalmente confrontados com situações, algumas das quais caricatas, protagonizadas por aqueles que eu considero a escumalha da nossa sociedade.
Seria de relevante importância a continuidade desse programa, pois, muito contribuía para que os Madeirenses ficassem consciencializados da política dúbia que se faz na Região, e daqueles que a praticam.
Pela sua frontalidade, é óbvio que causasse um certo incómodo aos ditos cujos. Todavia, a informação é um direito consagrado aos cidadãos, do qual não devem prescindir.
Fiquei estupefacto, com o afastamento de competentes profissionais de informação, essencialmente por se tratar do Diário pelo qual nutro especial simpatia, dada a coragem como elucida os seus leitores.
Felicito e torno público o meu respeito, por aqueles tal como eu, sem medos e com toda a frontalidade, dizem o que lhes vai na alma.
Os culpados pela situação caótica em que nos encontramos, terão de ser responsabilizados. Essa, deveria ser a nossa tarefa, com os olhos postos no futuro para que os nossos jovens possam desfrutar da sociedade justa a qual nos está sendo negada.
Amordaçar a Comunicação Social e a voz do povo, são as armas da ditadura, contra as quais é imperioso lutar.
Sem entrar em demagogias e slogans revolucionários: JUNTOS VENCEREMOS!