M. Castro Aluno de 15 anos com capacidades nas áreas de pintura e informática é “convidado” pela Direcção da Escola a abandoná la. Demonstra uma personalidade própria, não se deixa influenciar por outros. Não tendo outra opção, sem consciência plena das dificuldades e obstáculos que terá de ultrapassar sozinho, decidiu seguir em frente, sem modelos e sem normas.
A passividade de uma sala de aula e a acertividade exigida , todo o processo de socialização de uma sociedade escolar, que dificilmente conseguirá fazer com o “modelo” apresentado pela comunidade educativa seja válido e justo para todos, sem prejudicar os mais desfavorecidos.
Duas semanas após o começo das aulas por iniciativa própria começou a reparar computadores num espaço aberto ao público. Nasce assim uma clínica de computadores por um jovem informático, onde o artista e informático caminham lado a lado, e através de uma fusão destas duas profissões que à partida não têm nada em comum estão unidas.
Isto só foi possível devido á presença constante inteligência emocional e o seu amor a essas áreas que lhe são um sonho desde pequeno.