Pensar e construir a memória colectiva é um imperativo de todos Na última sexta-feira e sábado (18 e 19 de Outubro), a Universidade da Madeira acolheu o I Colóquio Internacional “(Des)Memória de desastre? Cultura e perigos naturais, catástrofe e resiliência. Madeira, um caso de estudo” promovido pelo Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da Universidade Católica Portuguesa (CECC-UCP) e pelo Centro de Investigação em Estudos Regionais e Locais da Universidade da Madeira (CIERL-UMA). Contou com a presença de vários investigadores (regionais, nacionais e estrangeiros) das mais variadas áreas de estudo com o propósito de promover o debate, numa abordagem multidisciplinar ao fenómeno dos desastres naturais. Uma oportunidade única impulsionada pela Academia de reafirmar uma área de estudo cardeal, em especial para a Região Autónoma da Madeira, com grande histórico neste domínio. Estudar os fenómenos de desastre naturais, não é tarefa fácil. As suas múltiplas dimensões e implicações exigem um estudo aprofundado e contributos distintos e complementares, como foi, de resto, apanágio dos vários oradores intervenientes. Esta iniciativa reforçou claramente o caminho da investigação e da validação científica no estudo dos desastres naturais, processo distinto e independente das avaliações políticas. Pensar e construir a memória colectiva é um imperativo de todos. Conhecer para prevenir e intervir é condição necessária da governação contemporânea. Bem-haja à organização por esta iniciativa. P.S.: Aos timoneiros que assumem o leme do poder local é tempo de parcimónia. A avaliação popular (pela via eleitoral) regressa daqui a 4 anos. Teresa Ruel
Pensar e construir a memória colectiva é um imperativo de todos
Na última sexta-feira e sábado (18 e 19 de Outubro), a Universidade da Madeira acolheu o I Colóquio Internacional “(Des)Memória de desastre? Cultura e perigos naturais, catástrofe e resiliência. Madeira, um caso de estudo” promovido pelo Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da Universidade Católica Portuguesa (CECC-UCP) e pelo Centro de Investigação em Estudos Regionais e Locais da Universidade da Madeira (CIERL-UMA). Contou com a presença de vários investigadores (regionais, nacionais e estrangeiros) das mais variadas áreas de estudo com o propósito de promover o debate, numa abordagem multidisciplinar ao fenómeno dos desastres naturais. Uma oportunidade única impulsionada pela Academia de reafirmar uma área de estudo cardeal, em especial para a Região Autónoma da Madeira, com grande histórico neste domínio. Estudar os fenómenos de desastre naturais, não é tarefa fácil. As suas múltiplas dimensões e implicações exigem um estudo aprofundado e contributos distintos e complementares, como foi, de resto, apanágio dos vários oradores intervenientes. Esta iniciativa reforçou claramente o caminho da investigação e da validação científica no estudo dos desastres naturais, processo distinto e independente das avaliações políticas. Pensar e construir a memória colectiva é um imperativo de todos. Conhecer para prevenir e intervir é condição necessária da governação contemporânea. Bem-haja à organização por esta iniciativa. P.S.: Aos timoneiros que assumem o leme do poder local é tempo de parcimónia. A avaliação popular (pela via eleitoral) regressa daqui a 4 anos.
Teresa Ruel