Jorge Martins Assim de topete, sem prévio aviso, o autoritarismo “autonómico” desmoronou-se, qual castelo de cartas, soprado pela doce brisa tão característica das noites da Madeira- BELA.
Mais que isto, esta noite de 29 de Setembro de 2013, que ficará gravada nas nossas memórias , como aquela em que os eleitores da Madeira reconheceram o trabalho insano de há mais de vinte anos de cidadãos sem medo, resistentes e resilientes, solidários e dados à causa pública como Emanuel Câmara, no Porto Moniz e Filipe Sousa, em Santa Cruz, e isto é um acrescento democrático à nossa vida comum.
Mas os madeirenses souberam também reconhecer a coragem de cidadãos, cito Paulo Cafôfo como exemplo e nele felicito todos os que, e foram ESTES que o fizeram, arrasaram em simultaneidade o autoritarismo bacoco, o oportunismo (colaboracionistas de toda a espécie incluídos) e o sectarismo, que por tal, sairam também derrotados e só a total falta de vergonha, os levou a associarem-se ao vencedor , o povo da Madeira, que lhes dará a devida resposta nas próximas eleições regionais.
Foi numa noite da Madeira-Bela , que chegou a LIBERDADE, finalmente a “REVOLUÇÃO TRANQUILA”.
A história é o que é, factual.
Um fraterno abraço aos que, sem medo, não se acolitando em anonimatos nem pseudónimos, deram a cara e o nome em prol da MUDANÇA.
BEM HAJAM.