José Pedro Sardinha Pombo É inadmissível que o presidente da câmara do Funchal dê autorização até às 3 horas da madrugada a uma festa estudantil na Universidade da Madeira ao ar livre, acompanhada do respectivo ruído sonoro quando essa mesma Universidade está inserida num meio densamente populacional. Contactada a PSP sobre o assunto do ruído incomodativo, foi-me dito que nada podia ser feito devido à respectiva autorização. A falta de respeito, do quero mando e posso deste presidente é indigna perante uma população que o elegeu. Este presidente como advogado que é, deveria ler com atenção os Artºs 21º, 11º alínea B, Artº 13º nº 5, Artº 30º alínea B, Artº 32º nº 1 alínea C e o Artº 15º nº 5. Poderia enumerar mais Artigos, apenas estes, para que o presidente medite no que assina, por que o seu poder não está acima da lei. É nojento e uma degradante falta de respeito de um senhor que se julgar superior, assinar uma autorização destas, sabendo que o sítio do evento é densamente populacional e onde existem pessoas acamadas, idosas e, sobretudo pessoas que trabalham no Domingo, enquanto que este senhor de certeza que dormirá descansado até às tantas desse mesmo Domingo. É caso para dizer em estilo de brincadeira “vai trabalhar vadio”. Espero que o novo presidente tenha em atenção todas as condicionantes previstas na lei quando assinar um pedido para uma qualquer festividade desta natureza, por que se assim não for é caso para dizer-se : “Mudam-se as moscas mas o produto é o mesmo”.