Há um caminho que as oposições ao governo do PSD-M têm de percorrer Esta lenta e corrosiva destruição do PSD-M deixou de ser um problema apenas deste partido para se transformar num caso muito sério que afecta o presente e o futuro da Madeira. Como já parece muito claro, não há retorno neste caminho autofágico do PSD-M, por isso, é preciso limitar os danos e assegurar que os madeirenses não vêm o seu futuro comprometido com o impacto da implosão descontrolada desta estrutura partidária. Este é porventura o desafio mais urgente dos próximos tempos para todos os actores políticos, interessados na defesa do interesse do povo da Madeira. Se é verdade que as eleições autárquicas trouxeram mudanças que podem contribuir para essa necessária moderação de consequências, decorrentes desta permanente promiscuidade entre os interesses do PSD-M e as opções governativas. Também é óbvio que apenas uma pequena parte do problema está resolvido. A governação do Funchal, de Machico, de Santa Cruz, de Porto Moniz, de Porto Santo, de S. Vicente e de Santana deixará de ser usada nas lutas de poder pessoais e nos confrontos partidárias daquele partido. A oposição tomou o poder nestas autarquias e afastou definitivamente esse perigo. Contudo, além das quatro autarquias que permanecem nas mãos do PSD-M, o poder regional e, por essa via o essencial das opções governativas, continua nas suas mãos. Portanto, há muito ainda a fazer e, sobretudo, há um caminho que as oposições ao governo do PSD-M têm de percorrer, com elevado sentido de responsabilidade e grandeza, de modo a estarem à altura da representação legitima dos milhares de madeirenses que pedem a mudança definitiva. Não nos iludamos, o caminho da alternativa pode estar já ali na esquina e trará consigo a esperança que os madeirenses precisam. Por isso, as manobras tácticas de Jardim, dos seus adversários internos e o ruído estrondoso que tem desviado, há tempo de mais, a atenção aos verdadeiros problemas das pessoas, não nos pode distrair. Criar as condições para uma alternativa poderosa e coesa é o único caminho a seguir independentemente do haraquíri do PSD-M. Carlos Pereira Líder parlamentar do PS-M
Há um caminho que as oposições ao governo do PSD-M têm de percorrer
Esta lenta e corrosiva destruição do PSD-M deixou de ser um problema apenas deste partido para se transformar num caso muito sério que afecta o presente e o futuro da Madeira. Como já parece muito claro, não há retorno neste caminho autofágico do PSD-M, por isso, é preciso limitar os danos e assegurar que os madeirenses não vêm o seu futuro comprometido com o impacto da implosão descontrolada desta estrutura partidária. Este é porventura o desafio mais urgente dos próximos tempos para todos os actores políticos, interessados na defesa do interesse do povo da Madeira. Se é verdade que as eleições autárquicas trouxeram mudanças que podem contribuir para essa necessária moderação de consequências, decorrentes desta permanente promiscuidade entre os interesses do PSD-M e as opções governativas. Também é óbvio que apenas uma pequena parte do problema está resolvido. A governação do Funchal, de Machico, de Santa Cruz, de Porto Moniz, de Porto Santo, de S. Vicente e de Santana deixará de ser usada nas lutas de poder pessoais e nos confrontos partidárias daquele partido. A oposição tomou o poder nestas autarquias e afastou definitivamente esse perigo. Contudo, além das quatro autarquias que permanecem nas mãos do PSD-M, o poder regional e, por essa via o essencial das opções governativas, continua nas suas mãos. Portanto, há muito ainda a fazer e, sobretudo, há um caminho que as oposições ao governo do PSD-M têm de percorrer, com elevado sentido de responsabilidade e grandeza, de modo a estarem à altura da representação legitima dos milhares de madeirenses que pedem a mudança definitiva. Não nos iludamos, o caminho da alternativa pode estar já ali na esquina e trará consigo a esperança que os madeirenses precisam. Por isso, as manobras tácticas de Jardim, dos seus adversários internos e o ruído estrondoso que tem desviado, há tempo de mais, a atenção aos verdadeiros problemas das pessoas, não nos pode distrair. Criar as condições para uma alternativa poderosa e coesa é o único caminho a seguir independentemente do haraquíri do PSD-M.
Carlos Pereira Líder parlamentar do PS-M