J. Edgar Marques Da Silva Na política e na vida em geral, os encontramos, alguns genuinamente cavalheiros, outros chulos, de gema, no entanto encontramos por vezes, outros, híbridos, chulos e cavalheiros, assim como cavalheiros e chulos, embora ambos na marca genética, prevaleça o carácter dominante, o "chulo"; sucintamente ambos são porcaria. Mas é deveras algo intragável que, companheiros do mesmo partido, aparentemente cavalheiros, descem na esgrima "palrante", a tal linguagem política, ao submundo dos mais "chulados vocábulos" para assim se elogiarem ou cumprimentarem por anos e anos de partilhas na mesma bancada, e do mesmo partido na ALRAM: é nestas ocasiões que se sente "um orgulho" singular em se ser militante de um partido, que sabe tão bem elogiar e premiar companheiros de militância, diga-se, na política activa e bem "chupitada". Mas que dizer quando anos a fio, o "mestre" dominou e domina a arte do lançamento de epítetos de extrema e profunda adjectivação só apenas encontrada no "anedotário bocal", do celebre "Joãozinho" ou do mais elaborado Bocage. Mas sim fica bem, e caracteriza de forma sui generis' a ALRAM, a nossa autonomia e a "viloada bem vestida" que nos governa, temos assim um parlamento, uma ilha e um presidente, digna não de uma República das Bananas, mas sim digna de uma República do Bananal, que por ser o único do mundo, entra no Guiness de "espoleta", bem hajam…