A. G. Mendonça Num escrito do dia de fim de ano, o escriba do pasquim laranja E.Janes, resolveu lançar uns foguetes para ir entretendo os distraídos deste terra e isto bem antes da meia-noite. O Sr. Janes, devia de saber que quando as pessoas pagam para comprar um jornal, é para terem uma informação de qualidade, livre e independente do poder político. Será que o citado escriba queria que o DN do Funchal fosse o pasquim laranja II ? Diz, E.Janes, que ódio não cansa. A maneira como ataca o DN, vê-se logo que é ódio velho. Diz ele que naturalmente AJJ, acumula vencimento com pensão, mas também sabe que uma situação destas não é possível no resto do País, portanto devia ser coorente e explicar isso a quem não sabe. Mas o pasquim existe para isso mesmo que é o de fazer as pessoas passar por tolas. Esquizofrenia é escrever para um panfleto partidário, disfarçado de jornal, que é pago pelos contribuintes, que na sua maioria passam por imensas dificuldades, mas têm de pagar para satisfazer as taras e delírios do líder eterno. Resta dizer ao Sr. Janes que esta situação do pasquim laranja seria impossível em qualquer Estado de Direito. O "boca papada grande" diz que o DN está mal, mas se recebesse cinco milhõeas de euros todos os anos do orçamento regional, estaria melhor. O pasquim noticiou a saída de João Almeida das funções de Director Executivo da Empresa Jornal da Madeira. Mas o verdadeiro director executivo da referida empresa é o magnata da empresa regional que também acumula com a presidência do desgoverno regional. Mas atenção. Este não é um magnata qualquer. Ao contrário dos outros que possuem jornais com o seu dinheiro, o magnata regional distribui milhares todos os dias, mas é com dinheiro dos outros. Um bom ano para todos.