Enquanto os social-democratas se entretêm com a falsa depuração, a que resolveram dar o nome de eleições, umas tais de 'directas' manipuladas à partida e duvidosas até ao fim, a Madeira definha. Quem devia governar a Região perdeu-lhe o gosto e, pior, tornou-se um aliado dos problemas, um entrave à solução urgente, um estorvo ao futuro com qualidade, oportunidades e sucesso. Não honra o mandato oferecido com sacrifício por um povo de olhar fixo na obra feita, mesmo que crescentemente descrente nas capacidades e lucidez do estratega. Entrega-se a ambições desmedidas, ao culto da imagem e aos interesses pessoais, aos quais empresta tiques de missão quase profética e de pobreza franciscana, para manter fiéis os eternamente gratos, mesmo que sempre explorados e expropriados. Incentiva a bufaria, produz ódio e não admite ser contrariado. Vê fantasmas por todo o lado e traidores ao espelho. Perde-se em manobras vingativas sob forma de redacções primárias, escritos não assinados contra os seus e piadas de mau gosto. Passa o tempo a mendigar apoios, a pressionar gente sem margem, a exigir desmentidos, a ameaçar quem não se cala com processos judiciais ou saneamentos, a encomendar perseguições a quem lhe faz frente e até a perguntar porque é que não foi convidado para determinado evento. Irrita-se com as festas na vizinhança, que haja mais mundo para além do seu, que o contestem e denunciem a mediocridade instalada. Tenta vingar-se acenando com alegados enriquecimentos ilícitos dos outros, dos quais é cúmplice caso sejam verdade, com as pontas soltas dos adversários, com a tentativa desesperada de controle de meios de comunicação, assalto com efeitos perversos em casos sobejamente conhecidos, dado o desempenho dos espiões, escribas e outros mercenários infiltrados. Quem devia governar a Região limita-se a sobreviver, a inaugurar e a marcar a agenda. Mas não sabe para onde levar o eleitorado humilde e sonhador, crente nas promessas que agora se confirmam vãs, enganado por gente sem escrúpulos que, sem vergonha, gasta o que não tem, acumula dívida, não paga a quem pediu favores, é incapaz de assumir erros e pedir perdão. Quem devia governar a Região não o faz. Trouxe-nos para o vazio de modo a impingir a "esperança", um pouco de nada que nada muda, pois se assim não fosse o 'rapaz da camisola verde' não encarregava o vento de partilhar a receita. Mendes de Almeida, Médico e autor do livro 'A história da volta à ilha' não é só um livro de memórias. É incentivo a quem tem paixão pelos ralis e homenagem a todos os que deles fizeram uma festa. Só quem faz mais do que fala podia ser autor de uma obra que vai ajudar quem precisa. Rigo, Artista plástico Numa semana fértil em participações internacionais de ilustres madeirenses, soube-se que o artista, chegado da Áustria, vai expor trabalhos na China e na Índia. Enquanto por cá uns olham para o umbigo, Rigo conquista o mundo. São opções. Nuno Nunes, Presidente do Madeira -ITI Denunciou categoricamente os retrógrados da UMa e a resistência interna que não tira proveito da parceria com a Carnegie Mellon. Com centros de competência e docentes inimigos da inovação a Região será cada vez mais ilha. Que crânios! Pedro Ramos, Director das urgências Foi a Lisboa como "cidadão, pai e médico" alertar as consciências anestesiadas para os dramas provocados pelas 'drogas legais'. Em boa hora levou números alarmantes, que outros tentaram esconder à espera de milagres. É preciso chocar. Bruno Pereira, Vice-Presidente da CMF Gere agora em silêncio a resolução demorada de um dilema político. Até pode ter decidido com lisura. Mas resta saber se terá sido pressionado a suspender o mandato, se deixa a CMF caso Jardim perca as eleições, se voltará ao Turismo, se ...
Importam-se de governar?
'Rapaz da camisola verde' receita a "esperança" que roubou à geração sem oportunidades