Martinho Correia Meu amigo Zé! Não pude estar no 'cais' aquando da tua última viagem. Fico a dever-te uma abraço fraterno. Não queria, nem quero despedir-me, brevemente encontramo-nos. Hoje, escrevo estas linhas com o propósito de lembrar o génio, a arte, a beleza, a malandragem que punhas em cada gesto, em cada toque, o perfume exumava o teu futebol cada vez que a bola se aninhava nesses teus pés de cristal. Quantas vezes fiquei com os olhos em bico! Os génios sempr foram incompreendidos, tu não fugiste à regra. Até amanhã, amigo José Luís ('Saca').