J. Edgar Marques da Silva Nesta hora em que a crise, tão badalada, até á exaustão, justifica que ventos de mudança, impeçam uma crescente eutanásia das famílias e dos trabalhadores pela imposição esclavagista financeira e fiscal de um pais sem rumo, sem timoneiros capazes de defender Portugal e a RAM. Mas vejamos, a mudança, começa pela substituição de pessoas á frente dos destinos de partidos, de governos centrais, de regiões autónomas, e da própria EU, não podemos aceitar que se mantenham em funcionamento os "fornos crematórios" do ministro das finanças, e que um PM não se sinta ainda saciado, pela eutanásia das famílias que a crescente legislação fiscal e laboral impõe de forma esclavagista a um povo, que ele, teima em empobrecer cada vez mais, não tenhamos duvidas que aqui na RAM a receita está a ser aplicada a triplicar, com a complacência de quem agora, ainda governa: a saída de AJJ do PSD-M e do GR é crucial; a mesma que se deverá exigir a Passos Coelho e ao seu governo, nenhum Português pode aceitar ser governado por gente que aposta no empobrecimento e na escravatura fiscal e laboral do seu povo, face a uma UE, cúmplice que promove dentro do seu espaço, a livre circulação de trabalhadores, pela via da imigração e exploração dos seus parceiros. Urge mudar na RAM, em Portugal e na UE, com gente que defenda em primeiro lugar não uma política de PIGS, mas uma política de enriquecimento de cada um dos povos que pertence a uma UE, não podemos admitir governantes cá na RAM e no pais, que sejam os carrascos do seu próprio povo, face á subjugação doentia aos seus parceiros europeus, o "holocausto financeiro" das famílias Portuguesas e da RAM, tem de acabar, pela via da mudança, em gente que torne a política transparente e translúcida, sem prémios nem benesses, sem imunidades nem impunidades; É por estas e muitas razões que a mudança cá na RAM, tem de começar pela mudança no interior dos partidos, no despertar de novas e revoltadas, indignadas, consciências, de que não é possível mais aturar as loucuras e os devaneios de quem a todo o custo quer se manter no poder, mesmo que isso implique, a perda da qualidade de vida do povo, que jurou governar não para o empobrecimento mas para a criação de riqueza sustentada, para todos sem excepção: o que temos agora é um SNS/SRS, uma educação e uma justiça, uma segurança social que não é igual para todos, é sim bem diferente e para uns, quase inacessível; sim, cria-se cada vez mais legislação, que a torna inacessível, mais que acessível, com justiça e equidade. Actualmente somos governados cá e do lado de lá, por um bando de mentirosos, uma quadrilha organizada, jamais poderemos admitir ser tratados desta forma por um PM e um MF, apenas porque temos uma autonomia fragilizada por anos e anos de loucos investimentos, tivemos 38 anos para cimentar uma autonomia que agora, todos vemos ser de "papel" e de música, música fúnebre e tenebrosa. Não tenhamos medo da mudança, temos de mudar "pastores e carneiros", e criar um rebanho robusto e orgulhoso de ser ilhéu livre, gente que nunca gostou de ficar a dever "favores a ninguém", nem a "presidentes de governos regionais". Precisamos de gente "com eles no lugar", num ciclo de mudança em que a alternância política seja obrigatória, mude-se a constituição, mude-se tudo na política, para criar igualdade e não diferença por méritos não merecidos pela via do decreto. Nós POVO, não devemos favores a nenhum político seja ele quem for, por isso mude-se quem temos de mudar, sem medos, eu não tenho.