José Freitas A anedota diz que não se quer uma sogra com o nome de esperança, porque a esperança é a última a morrer. Ora o primeiro ministro assassinou a esperança! A esperança que nós portugueses tínhamos, que agarráva-mos como a fé, para justificar estes enormes sacrifícios que temos vindo a fazer... morreu! Quem acredita que este esforço que fizémos e que continuaremos a fazer por tempo indeterminado, se justifica ? As medidas previstas são absolutamente inaceitáveis. E não serão as últimas. Continuam os governantes a nos considerar estúpidos. E se calhar somos. Não reagimos. Os objetivos que nos querem impingir, são falsos. É impensavel o valor de descontos que um ordenado mínimo ou situado nos primeiros escalões de IRS estão sujeitos. A complexidade criada em termos de obtenção de benefícios fiscais é impraticável para um cidadão simples. Alguém acredita que a redução dos encargos da S. Social às empresas, vai incrementar o emprego , ou aumentá-lo ? Se fosse essa a verdadeira intenção, então que se concedesse essa redução apenas às empresas que criassem emprego ou que se comprometessem manter os empregos durante alguns anos. E o aumento dos descontos para a S. Social por parte dos trabalhadores ? Que ganho terão estes,nos benefícios sociais ? Nas reformas, na assistência na saúde, nas baixas, etc. Acho que é altura de mudar o termo no cartão da S. Social de "beneficiário" para " contribuinte" Eu perdi a esperança !