Débora Camacho Passou-se no passada madrugada de sábado para domingo, na festa do DJ Steve Aoki. Fui abordada por um indivíduo desta empresa (segundo credenciais no seu "fato") que se vestia de forma completamente distinta de todos os outros (seria chefe?), pelo simples facto de passar por mim com as suas costas todas largas e bater-me, tal como a duas colegas, perante tamanha multidão. Arrogância, desprezo, tom áspero e autoritário, quase como se o tivessemos atropelado, três senhoras que nem ao seu ombro chegavam. O senhor estava stressado? Olhe, não viesse trabalhar! Não conhecia a empresa e a primeira imagem foi muito negativa. Valeu depois um jovem, que tive a possibilidade de abordar e colocar umas questões e que me respondeu de forma atenciosa, carinhosa, disponível, sem qualquer ar de superioridade pela farda que vestia. Quero enaltecer este comportamento vindo de um "mero" trabalhador da empresa que mesmo sem o fatinho todo 'xpto' soube respeitar-nos e esclarecer-nos. É este tipo de exemplo que devem seguir se no futuro quiserem ter sucesso. Não tinha identificação, não sei o seu nome, mas encontrava-se frente ao palco com vista atenta sobre o que se passava à sua frente mostrando estar pronto a resolver qualquer problema que eventualmente surgisse. Não coloco em causa o nome da empresa, até porque gostei da descrição e trabalho que desempenharam, mas há coisas que se não se moldam na raiz, nunca poderão dar fruto.