Carlos Antunes Com este texto pretendo apenas deixar claro para a D.ª Carmo o quão ridícula foi ao reclamar pelas razões que apresentou e por ser tão medíocre ao ponto de se transformar num ser tão pequeno e pobre de espírito tendo voltado à loja apresentando-se como "a cliente de véspera". Coisinha mais sem vida. Entenda que 'marketing' é diferente de 'merchandising', e não entendo porquê intitular a carta referindo-se a madeirenses quando o centro comercial está aberto para todos. Madeirense paga a sua má disposição? Madeirense deve-lhe alguma coisa? É mesmo assim, a sua peixeirada não passa de um elevar do seu triste ego, tentando mostrar um sentido de superioridade que cai no ridículo. A loja nada sofrerá com a sua reclamação e como diz que no dia seguinte já havia aviso entre o preço de ambos os artigos, imagine como ter-lhe-ia ficado bem poder alertar quem lá trabalhava para isso. Teria feito uma boa acção. Pelo que li, isto não vai mais além de uma afronta entre pessoas que se conhecem e de alguém que é teso e que anda atrás de compra fácil. E as páginas escritas no livro minha cara, deixe-me que lhe diga, o livro não tem prazo de validade, pode durar toda uma vida, o que torna a sua questão ainda menos credível. Tome juízo porque hoje foi a senhora da loja, amanhã poderá ser você. Deus escreve direito por linhas tortas e contente deve estar a boneca por não ter caído nas suas mãos.