G. C. Cada vez que me desloco ao Porto Santo, questiono-me porque ainda não foram tomadas medidas pelas autoridades, relativamente ao excesso de velocidade dos veículos (motas e carros) na marginal até à Calheta. Só quem circula a pé ou de bicicleta, que é o meu caso, é que se apercebe do perigo iminente que existe naquela via e a falta de segurança dos peões. É de referir que se trata de uma zona turística e hoteleira, onde circula imensa gente a pé e na ciclovia, com crianças pequenas, muitas delas de bicicleta. De todas as vezes que lá vou, que são muitas anualmente, nunca me apercebi de nenhuma operação de fiscalização naquela zona, só vejo preocupação à volta dos estacionamentos da "vila". Lembro-me de um atropelamento mortal relativamente recente e mesmo assim não se providenciou para que não acontecesse mais nenhuma desgraça. É contraditório pensar que se construa uma ciclovia para as famílias se deslocarem calmamente com os seus filhos, e que por outro lado se permita que a 2 metros de distância circulem automóveis a mais de 100 Km/h. Coloque-se bandas sonoras que obrigue à redução da velocidade e aplique-se multas que penalize a sério quem não respeite a segurança dos outros.