Ao fim do primeiro trimestre à frente do Comando Regional da PSP, o superintendente Miguel Mendes confessa-se chocado com os números da violência doméstica na Madeira, que já suplantaram os do ano passado. Sem rodeios, associa o fenómeno à “cultura do conflito e do confronto”. Os furtos e roubos também têm aumentado ligeiramente, mas é a mortalidade rodoviária, a condução sem carta e as elevadas taxas de alcoolemia que mais preocupam o novo comandante regional da PSP. Miguel Mendes reage aos críticos das operações Stop e garante que a fiscalização vai continuar, convicto de que só assim é possível apanhar os bêbados e não só. Também os carros furtados, sem seguro e os desencartados das nossas estradas.