A. G. O dinheiro continua a ser o deus do mundo até na igreja da Madeira. Se não tivesse sido convidado para ser membro do conselho ecónomico da paróquia continuaria na ignorância como muitos cristãos. Mas agora que fiquei com algumas informações que sao desconhecidas das pessoas passo a referir: a paróquia tem que todos os meses entregar as ofertas de um domingo para a Diocese para algumas estruturas que não se sabe para que serve. Por ordem do senhor bispo a diocese por meio do senhor cónego Duarte encarregado do dinheiro, tal como ministro Vitor Gaspar é imposto uma taxa anual sobre as receitas que as pessoas com alguma dificuldade oferecem para a paróquia, mas que desconhecem que no fim do ano a diocese aplica uma formula matemática para extorquir alguns milhares de euros ás várias paróquias da diocese. A formula matemática é tão complexa que nem o senhor padre soube explicar. A explicação é que tem de pagar para a diocese não o aborrecer ou mudá-lo de paróquia. A conclusão que chegamos é que não basta os estados cobrar dinheiro á igreja também a paróquia tem que aceitar as taxas impostas pela diocese para haver dinheiro nos cofres da diocese. Faço um apelo a todas as pessoas dos conselhos economicos que fiscalizem os párocos que utilizam os dinheiros da paróquia e exigem explicações á diocese para que num tempo de dificuldade não vivamos no desconhecimento. Como membro eleito pelo senhor D. António para o conselho dos assuntos economicos o minimo que posso pedir-lhe é que justifique essas taxas e nos diga para onde vai o dinheiro cobrado sobre as receitas da paróquia. Se o senhor padre apresenta as contas aos paroquianos é necessário que a diocese a bem da transparencia apresente a todos os diocesanos o relatório de contas. Só assim a Igreja terá a credibilidade e mostrará a fidelidade á mensagem de Jesus.