António L. Freitas Podemos dizer que esta diocese não tem na verdade um Bispo no sentido de pastor que defenda os seus padres e o seu povo. Basta-me salientar alguns acontecimentos recentes indesmentiveis para corroborar esta triste afirmação: O Jornal da Madeira tem ofendido os padres e já várias vezes o meu pároco cónego Martins é alvo de chacota com os cartoons no pasquim jornal da Madeira, pago com os 5 milhões dos nossos impostos. Do senhor Bispo nem uma palavra, basta-lhe que receba os milhões do governo para manter o silêncio, como se verifica pelas noticias de que mais de um milhão de euros o governo vai "roubar" dos nossos impostos para pagar mais uma nova igreja na Calheta que vai ser inaugurada no dia 24 deste mês, com todos os "patas rapadas" e doutores da Madeira nova. O jornal ofendeu todos os padres especialmente o padre José Luis com o artigo "o padreco e a sua canga" e mais uma vez nem uma palavra do senhor Bispo para defender os seus padres pois tinha que agradar o imperador da Madeira nova. A diocese lavou as mãos como Pilatos ao mandar encerrar o espaço "Átrio dos gentios" na Capela do Corpo Santo. Mais uma vez silêncio total do senhor Bispo ao mandar emitir um comunicado para o seu jornal. Numa palavra este senhor bispo vive na Madeira acorrentado e tem que agradar o poder instituido porque sabe que todas as suas instituições só conseguem manter-se com os dinheiros do governo. E como diz o povo se falas muito não recebes o dinheirinho . Esta é a verdade das empresas que estão afogadas em dívidas e da igreja da Madeira. Todos sabemos que a igreja universal não recebe dinheiros do poder e não lhe faltam fiéis mas é indesmentível que a diocese do Funchal está dependente dos dinheiros que recebe do poder politico e por isso o silêncio é de ouroe e então fica-se pelas procissões e celebrações festivas para dar uma imagem que é uma igreja activa mas com um bispo em silêncio perante os graves problemas sociais que o povo vive. Fica a sugestão para que o senhor bispo tenha a coragem de dizer no dia 24 de Junho perante as pessoas e os muitos politicos que vão para a fotografia na inauguração da igreja que prescinde do jornal e que esses 5 milhões de euros sejam aplicados nas graves situações sociais se vive na Madeira.