Jorge Martins E um dia disse-me o careca, porventura, por falta de cabelo, que um pente só faz falta, a quem sente falta em tê-lo. Digamos, com'ó outro, que mais vale 'bebelo' que 'bertelo' (as duas em pronúncia ante acordo), ou não seja a última vez que isto foi feriado, da Igreja e isto é fado, que se não compara a um calado, diria mesmo que a nenhum, calado, mesmo os destas regionais oposições que falam mas não dizem nada, nunca disseram e felizmente falam (?) cada vez menos, diminuindo deste modo, já que o outro continua a vociferar, a poluição sonora que nos intoxica a todos há demasiado tempo. Mas este, do Corpo de Deus, feriado, vai-se com o da Restauração, enquanto o da Res(Pública), o do povo, se vai com o da Senhora do meio do Verão, a gosto ou não, dos que não entendem a alma de uma Nação, digamos até, como publicamente visto, a um caso de respiração já à espera da ressurreição!!! Assim vamos, "cantando rindo", agora a reboque de uns desalmados de ignorância segura, assim se vão sentindo, inda que prenhes da pesporrência dos " des(h)erdados" de conhecimento ínfimo para a função a que se propuseram, mas da qual não têm culpa alguma, já que os " inteligentes " ainda que avisados, no papel lá puseram a cruz e agora, nas férias e no Natal, em vez do reforço financeiro, ao qual se habituaram e para o qual os mais deles, 'tá queto ó meu', nunca lutaram, agora rezam ao menino que, como diz a estória, vai ser exposto numa cruz, porventura numa loja dum qualquer chinês, sem ofensa que eu até gosto de arroz chau-chau e de porco agri-doce e os Romanos já deram pró peditório. Este "choradinho" tem mais que ver com a despudorada ignorância ou, o que é pior, subserviência dos que têm por obrigação, antes de lutar pelos seus direitos, lutar pelos daqueles que por esta ou aquela razão estão impedidos ou se impedem de o fazer. Falo, como me parece inquestionável e pela ordem que por bem entenderem, dos médicos, dos juízes, dos jornalistas e dos professores. Quem mais está obrigado a defender os que não têm voz ? Não, para que conste e fique registado para memória futura e presente reflexão, não me esqueci de ninguém... aqui não há equivocados da juris (com ou sem) soltura, já que se alimentam, repito, alimentam do contraditório, seja lá isso o que for e a que mais ninguém tem direito, a ganhar a vida com isso, digo eu, quanto mais tratar uma dor de dentes ou de ouvidos com conversa, não é?