Martinho V. Freitas Que mais falta acontecer para mostrar à evidência o perfil do nosso bispo? Nestas situações temos de ser realistas, ou seja, cada qual é como é. Nem mais. Por isso é que cada um merece ou consegue postos e cargos em função do seu perfil. Infelizmente sabemos que por vezes o julgamento dos homens é falível e quando assim é o pior é tentar fazer de conta que tudo está bem não enfrentando o problema. Com toda a frontalidade julgo que a diocese está perante um problema semelhante ou seja D. António não tem qualidade para estar no lugar em que o colocaram (as más línguas dizem que não foi escolhido mas que se terá oferecido…). Como é possível assistir através de um artigo de opinião de um colaborador do Jornal da Madeira a um autêntico insulto a um padre e a diocese e o seu bispo nada dizem, tudo continua igual o dr Alberto João é que se refere ao assunto numa inauguração e o bispo, nada!!! Haja vergonha e decência! Imagine-se o que seria se um padre escrevesse no jornal um artigo semelhante mas visando um político do partido do poder … O senhor bispo aí teria provavelmente reagido pedindo desculpa ao poder e retirando o padre dos colunistas do JM. Como foi um padre o visado, silêncio! Julgo que já estamos todos cheios deste agachar da diocese ao poder. Aos domingos vemos o dr Alberto João entrar pelas adros das igrejas num misto de presidente do Governo e de presidente do PSD-M anunciando a festa do Chão da Lagoa. Tudo é facilitado e servido à mesa do poder. Que contrapartidas a diocese receberá que justificam este posicionamento? D. António num momento tão grave como este e ouvindo o que outros bispos têm dito alto e bom som sem se preocuparem se o poder gosta ou não mas chamando as "coisas" pelo seu nome em defesa dos mais desprotegidos, aqui, consigo é só esta triste figura. Os madeirenses acredite são pacientes e boas pessoas mas quando a paciência lhes esgota são capazes de tudo. Acredite.