Maria Silva Somos muitos os que precisamos de ajuda alimentar (mas já DEUS disse não lhes dês o peixe dá-lhe a cana e ensina-os a pescar). Tragam-nos de volta empresários, trabalhadores e funcionários públicos, tudo o que antes era nosso, devolvam-nos a alegria de viver. Nós não precisamos de um banco alimentar para nos matar a fome. Precisámos dos nossos negócios a funcionar, dos nossos empregos do dia a dia com a vida normal que qualquer cidadão deseja (aos que não querem assim, querem é o peixe , então a esses façamos também o que DEUS disse , com o teu trabalho terás de ganhar o sustento para ti e para a tua família). Vamos todos unir esforços no sentido de devolvermos ao cidadão aquilo a que tem direito (trabalho para prover o seu sustento). No entanto acho espectacular a solidariedade. Vamos ajudar os nossos pais, os nossos filhos, os nossos irmãos, os nossos amigos, até os que não conhecemos, mas uma coisa quero lembrar: compete aos Governantes do país porem à disposição dos cidadãos meios para que não seja preciso o Banco Alimentar. Por detrás da fome há um número infinito de coisas que falham. E primeiro é a família. Como pode um casal ser feliz se tem de ir esmolar pão para matar a fome aos filhos? Como pode sobreviver um jovem sem emprego? Que vai fazer? Enveredar pelo mundo da droga e do roubo? Apelo ao Governo que faça aquilo que estiver ao seu alcance para que tudo volte ao normal. Apelo também aos empresários que não percam a fé nem o rumo, que lutem até ao fim para defender aquilo que levaram anos a construir. Vamos todos unir esforços e vamos erguer-nos deste mar de lama que a todos aflige. No entanto volto a lembrar aos nossos governantes para que trabalhem para uma sociedade normal onde há emprego para todos e não para criar um bando de pedintes, drogados e ladrões. Não queremos ser uma cidade à procura de ajuda, mas sim um cidade de pessoas a trabalhar e a ajudar a construir o bem de todos.