O Centro Internacional de Negócios da Madeira, como ele está definido e da forma como está fragilizado, tem que ser reinventado. O momento é este e é oportuno saber o que pensam as pessoas. No painel que debateu esta temática no ‘world café’ realizado a 11 de Abril, no Teatro Baltazar Dias, esta foi a conclusão clara.
A pergunta era extensa e, de certo modo, difícil de responder dadas as dúvidas sobre o que sairá da renegociação entre Portugal e Bruxelas. "Qual o melhor caminho para reinventar o CINM? Por exemplo, julgam que a negociação da sua competitividade seria mais profícua se houvesse relação directa com a UE, o que implicaria maior Autonomia da Região, mesmo que para tal fosse instituído um novo relacionamento financeiro com o Estado, passando este a garantir verbas apenas para as áreas ditas de continuidade territorial?"
Perante este tema, o painel composto por Lino Abreu (CDS-PP), Carlos Pereira (PS-M), Paulo Silva (estudante de Economia na Universidade da Madeira), Leonel Silva (SDM), Correia de Jesus (Previsão) e Frederico Gouveia e Silva (New Madeira) deu a sua opinião e, no fim, o último membro participante fez o resumo salientando a unanimidade da mesa.
Francisco José Cardoso
