“A estimativa para 2012 seria à volta dos 140 milhões de euros”, referiu o presidente da Associação Comercial e Industrial do Funchal acerca da receita fiscal que seria gerada pelas empresas com actividade no CINM, antes da perda de vantagens fiscais.

De acordo com Duarte Rodrigues, a mesma receita seria suficiente para evitar medidas impostas aos madeirenses na sequência do Plano de Assistência Financeira assinado pelo Governo Regional.

“É fundamental retomarmos a nossa guerra a favor do CINM para, novamente, podermos ter este importantíssimo instrumento de captação de investimento directo estrangeiro”, a propósito do processo negocial com Bruxelas.