Miriam Guillermina Pacheco Agradeço-vos toda a atenção que possam prestar a esta comunicação que com todo o meu coração vos dirijo e a qual leva muita esperança de conseguir finalmente saber e conhecer os familiares do meu pai, o qual é Português, da ilha da Madeira. Não o vejo desde os meus 2 anos de idade e como devem compreender, é muito pouco ou quase nada o que me lembro dele. Tenho crescido sonhando com a sua presença na minha vida até hoje e por isso decidi fazer algo de concreto para encontrar o meu pai ou a sua família, que também seria minha família! Embora há 3 anos tivesse enviado pela internet uma carta ao consulado de Portugal, não tive nenhuma resposta e perdi a esperança de encontrar o meu pai. Deus queira que com a vossa ajuda possa saber deles porque é uma parte da minha vida que sinto estar incompleta pois não sei nada de nada dela. O meu pai chama-se JOSÉ ALVES FIGUEREDO, segundo a minha mãe, ele deve ter 82 anos, se ainda é vivo. Os seus pais eram ANTÓNIO ALVES e GUILLERMINA FIGUEREDO DE ALVES, 2 irmãos de nomes HILDA ALVES F. e MANUEL ALVES F. O meu pai chegou à Venezuela desde Madeira, Portugal, nos anos 50, conheceu a minha mãe e dessa união nasceram 3 filhos, 2 filhas e 1 filho. Este último ele não sabe da sua existênciaporque quando foi embora a minha mãe estava grávida dele. Pelo que diz a minha mãe, ele recebeu uma chamada dos seus familiares indicando-lhe que fosse à Madeira porque o seu avô tinha sido atropelado por um carro e estava em estado grave, ele foi à Madeira e 3 meses depois voltou à nossa casa... Mudamos de casa, provavelmente ele voltou mas já não nos encontrou! Somos três filhos que ele deixou aqui na Venezuela cujos nomes são: LINDA COROMOTO PACHECO (17/07/59), MIRIAM GUILLERMINA PACHECO (26/05/60), e ANTONIO JOSE PACHECO(21/02/62). Os meus pais viveram em várias partes do Estado Aragua, na Venezuela, mas foi numa povoação chamadaTurmero onde vivíamos quando ele foi embora. Espero que me possam ajudar a encontrar o meu passado pois a única coisa que queremos é saber mais do nosso pai e do resto da nossa família que deve existir na Madeira. Foi difícil crescer sem saber bem de onde viemos e por isso quero preencher este vazio na minha alma que durante muitos anos me tem acompanhado e o qual sempre tentava não pensar muito para poder levar uma vida normal mas digo-vos que é muito importante saber e conhecer de onde viemos para sentir-se completo. Muito obrigado.