Carlos Fernandes Ex.mos senhores,. Tendo como pretexto toda a problemática à volta do Navio Armas, achei muito curioso que, aparentemente, já tenham abordado questão semelhante na vossa edição de 5 de Maio de 1887 (não é erro na data!). Deixo à vossa consideração o tratamento do comentário abaixo da maneira que acharem mais adequada. Como curiosidade histórica, a páginas 394 do livro de Rui Nepomuceno, "Uma Perspectiva da História da Madeira", edição 2010 de "O Liberal" , nota nº 670 correspondente à edição de 10 de Maio de 1887 do Diário de Notícias - Funchal, pode ler-se: " (...) Assim, os poderes públicos encaram indiferentes o desolador espectáculo da nossa ruína, consentindo que a navegação de escala desapareça do porto do Funchal, em demanda do vizinho Arquipélago das Canárias(...). Como pode uma legislação aduaneira como a nossa, que exige das embarcações mais impostos do que frete lucram elas com a condução de passageiros e carga, competir com as franquias de portos que apenas exigem uma insignificante quantia aos navios que os frequentam?(...)"