Num dos meus primeiros artigos eu dizia que “Fazer cultura é construir algo, é deixar marca, não sendo mais um a meio de mil, mas primar pela diferença.” Ligar a televisão e ver as tristes figuras, na ALRAM, de deputados eleitos pela nação para a servir, a discutir uns com os outros, não o presente e o futuro do país, mas sim a vida de uns e de outros entre ofensas para cá e para lá. È um exemplo entre muitos outros que nos salta á vista. É um escândalo ver as mais recentes mortes no futebol no Egipto…um atentado á Humanidade. Mas não é igual atentado ver esta nossa cultura da civilização morrer? São estes pequenos exemplos que nos fazem realmente pensar e reflectir que civilização é esta, se é que se pode chamar assim, em que nos preocupamos mais em atacar o outro? Que cultura é esta cuja essência está a ficar oca? É esta mensagem que queremos passar á gerações vindouras? Pergunto me se temos deixado algo feito, construído com bases sólidas e convictas. Veio me á cabeça tudo isto aquando do aniversário do meu irmão, quando a minha mãe lhe perguntava o que ele queria como presente e ele apenas respondeu que queria ir ao cinema com a família. E por mais simples que isto possa parecer, se olharmos á volta, e sobretudo olharmos para nós próprios, vemos que por vezes nem tempo, e mais grave ainda nem vontade temos para ir a um cinema, ir a um café, a um teatro, deixar a rotina oca do dia-a-dia e fazer algo diferente, inovador. Pois claro com esta crise qualquer dia é melhor nem sair de casa e ficar sentado a ver a vida passar. Convívio, lazer, qualidade de vida? Para quê? Nem a sociedade ajuda pois bombardeia-nos todos os dias com a crise, a Troika, atentados, noticias tristes e degradantes e lá bem num cantinho vem a notícia de um novo livro publicado, de uma nova peça a estrear no teatro, de um novo feito alcançado por um dos nossos compatriotas. E se pensarmos bem tudo isto com o qual nos defrontarmos todos os dias faz com que valorizemos mais o que não é bom, e nos esqueçamos o que de bom tem a vida nesta apatia em que vivemos. Esquecemos que vivemos em sociedade, uns com os outros e que só isso faz sentido, e é neste ponto que a cultura pode e deve fazer a diferença. È por isso tempo de mudança…não queiras ser mais um…sê diferente…vive a vida! Pois nesta cultura de civilização só faz sentido chegar se ao fim do dia se conseguirmos dizer e sentir que…realmente valeu a pena, fiz a diferença! João Francisco Dionísio, Aluno de Medicina UMa
Num dos meus primeiros artigos eu dizia que “Fazer cultura é construir algo, é deixar marca, não sendo mais um a meio de mil, mas primar pela diferença.”
Ligar a televisão e ver as tristes figuras, na ALRAM, de deputados eleitos pela nação para a servir, a discutir uns com os outros, não o presente e o futuro do país, mas sim a vida de uns e de outros entre ofensas para cá e para lá. È um exemplo entre muitos outros que nos salta á vista. É um escândalo ver as mais recentes mortes no futebol no Egipto…um atentado á Humanidade. Mas não é igual atentado ver esta nossa cultura da civilização morrer? São estes pequenos exemplos que nos fazem realmente pensar e reflectir que civilização é esta, se é que se pode chamar assim, em que nos preocupamos mais em atacar o outro? Que cultura é esta cuja essência está a ficar oca? É esta mensagem que queremos passar á gerações vindouras? Pergunto me se temos deixado algo feito, construído com bases sólidas e convictas. Veio me á cabeça tudo isto aquando do aniversário do meu irmão, quando a minha mãe lhe perguntava o que ele queria como presente e ele apenas respondeu que queria ir ao cinema com a família. E por mais simples que isto possa parecer, se olharmos á volta, e sobretudo olharmos para nós próprios, vemos que por vezes nem tempo, e mais grave ainda nem vontade temos para ir a um cinema, ir a um café, a um teatro, deixar a rotina oca do dia-a-dia e fazer algo diferente, inovador. Pois claro com esta crise qualquer dia é melhor nem sair de casa e ficar sentado a ver a vida passar. Convívio, lazer, qualidade de vida? Para quê? Nem a sociedade ajuda pois bombardeia-nos todos os dias com a crise, a Troika, atentados, noticias tristes e degradantes e lá bem num cantinho vem a notícia de um novo livro publicado, de uma nova peça a estrear no teatro, de um novo feito alcançado por um dos nossos compatriotas. E se pensarmos bem tudo isto com o qual nos defrontarmos todos os dias faz com que valorizemos mais o que não é bom, e nos esqueçamos o que de bom tem a vida nesta apatia em que vivemos. Esquecemos que vivemos em sociedade, uns com os outros e que só isso faz sentido, e é neste ponto que a cultura pode e deve fazer a diferença. È por isso tempo de mudança…não queiras ser mais um…sê diferente…vive a vida! Pois nesta cultura de civilização só faz sentido chegar se ao fim do dia se conseguirmos dizer e sentir que…realmente valeu a pena, fiz a diferença! João Francisco Dionísio, Aluno de Medicina UMa
Ligar a televisão e ver as tristes figuras, na ALRAM, de deputados eleitos pela nação para a servir, a discutir uns com os outros, não o presente e o futuro do país, mas sim a vida de uns e de outros entre ofensas para cá e para lá. È um exemplo entre muitos outros que nos salta á vista. É um escândalo ver as mais recentes mortes no futebol no Egipto…um atentado á Humanidade. Mas não é igual atentado ver esta nossa cultura da civilização morrer? São estes pequenos exemplos que nos fazem realmente pensar e reflectir que civilização é esta, se é que se pode chamar assim, em que nos preocupamos mais em atacar o outro? Que cultura é esta cuja essência está a ficar oca? É esta mensagem que queremos passar á gerações vindouras? Pergunto me se temos deixado algo feito, construído com bases sólidas e convictas.
Veio me á cabeça tudo isto aquando do aniversário do meu irmão, quando a minha mãe lhe perguntava o que ele queria como presente e ele apenas respondeu que queria ir ao cinema com a família. E por mais simples que isto possa parecer, se olharmos á volta, e sobretudo olharmos para nós próprios, vemos que por vezes nem tempo, e mais grave ainda nem vontade temos para ir a um cinema, ir a um café, a um teatro, deixar a rotina oca do dia-a-dia e fazer algo diferente, inovador. Pois claro com esta crise qualquer dia é melhor nem sair de casa e ficar sentado a ver a vida passar. Convívio, lazer, qualidade de vida? Para quê? Nem a sociedade ajuda pois bombardeia-nos todos os dias com a crise, a Troika, atentados, noticias tristes e degradantes e lá bem num cantinho vem a notícia de um novo livro publicado, de uma nova peça a estrear no teatro, de um novo feito alcançado por um dos nossos compatriotas. E se pensarmos bem tudo isto com o qual nos defrontarmos todos os dias faz com que valorizemos mais o que não é bom, e nos esqueçamos o que de bom tem a vida nesta apatia em que vivemos. Esquecemos que vivemos em sociedade, uns com os outros e que só isso faz sentido, e é neste ponto que a cultura pode e deve fazer a diferença. È por isso tempo de mudança…não queiras ser mais um…sê diferente…vive a vida! Pois nesta cultura de civilização só faz sentido chegar se ao fim do dia se conseguirmos dizer e sentir que…realmente valeu a pena, fiz a diferença! João Francisco Dionísio, Aluno de Medicina UMa
Veio me á cabeça tudo isto aquando do aniversário do meu irmão, quando a minha mãe lhe perguntava o que ele queria como presente e ele apenas respondeu que queria ir ao cinema com a família. E por mais simples que isto possa parecer, se olharmos á volta, e sobretudo olharmos para nós próprios, vemos que por vezes nem tempo, e mais grave ainda nem vontade temos para ir a um cinema, ir a um café, a um teatro, deixar a rotina oca do dia-a-dia e fazer algo diferente, inovador. Pois claro com esta crise qualquer dia é melhor nem sair de casa e ficar sentado a ver a vida passar. Convívio, lazer, qualidade de vida? Para quê? Nem a sociedade ajuda pois bombardeia-nos todos os dias com a crise, a Troika, atentados, noticias tristes e degradantes e lá bem num cantinho vem a notícia de um novo livro publicado, de uma nova peça a estrear no teatro, de um novo feito alcançado por um dos nossos compatriotas. E se pensarmos bem tudo isto com o qual nos defrontarmos todos os dias faz com que valorizemos mais o que não é bom, e nos esqueçamos o que de bom tem a vida nesta apatia em que vivemos. Esquecemos que vivemos em sociedade, uns com os outros e que só isso faz sentido, e é neste ponto que a cultura pode e deve fazer a diferença. È por isso tempo de mudança…não queiras ser mais um…sê diferente…vive a vida! Pois nesta cultura de civilização só faz sentido chegar se ao fim do dia se conseguirmos dizer e sentir que…realmente valeu a pena, fiz a diferença!
João Francisco Dionísio, Aluno de Medicina UMa