Alexandre Canha O regime jardinista usa uma velha prática do antigo regime "soviético" e nazi, que era ameaçar e atacar as famílias dos seus adversários, para assim neutralizar as suas actividades anti-regime. Esta velha fórmula de chantagear familiares é exercida de várias formas e maneiras, sendo a mais usual, utilizar as páginas do Jornal da Madeira para mandar mensagens de aviso e ameaça ou então recorrer à mentira ou difamação, para conseguirem passar reles escritos de propaganda. Ora, na edição de 6 de Dezembro deste mês, o pasquim veio a público afirmar em grande título que a "Família de Coelho e Canha viviam à custa dos dinheiros da Assembleia". Quem lê esta ordinarice jardinista, pensa logo que andam os meus oito irmãos e restante família a viver à custa dos dinheiros públicos do parlamento, quando não é verdade. Como é de conhecimento público, à custa de um dos membros da minha família, que há mais de vinte anos combate este regime putrefacto, temos sofrido em silêncio, as más duras represálias e perseguições. Só num empreendimento familiar nos Barreiros, fomos vítimas de três embargos seguidos (que ganhamos todos no tribunal), mais uma retirada de alvará da construtora, por parte da ASSICOM, do sr, Jaime Ramos, que nos causaram prejuízos acima de 1.5 milhões euros. Depois, em campanhas eleitorais, temos visto tarjas levantadas pelos partidários do dr. Jardim, atacando membros já falecidos da minha família juntamente com outras ameaças veladas na comunicação social. Como a família Canha manteve-se distante e alheia de tudo isto e como não conseguiram calar o meu irmão Gil Canha, resolveram praticar actos de puro terrorismo contra a família. A mim, que nunca liguei à política nem aos políticos, mal me fizeram o primeiro ataque, (tentaram incendiar o meu carro na minha própria casa), passei logo à acção. Entrei em contacto com o sr. José Manuel Coelho, e disse-lhe que estava pronto abraçar a sua luta, e que poderia contar comigo até para as acções mais radicais do partido, mesmo sabendo dos desentendimentos do sr. Coelho com o meu irmão Gil. A canalha do Mijinhas, mal soube deste meu posicionamento, incendiaram-me novamente o meu carro, mal este saiu da oficina de pintura e bate-chapas. Foi assim, que um humilde e discreto cidadão desta terra se tornou num dos maiores fornecedores de "pólvora política", e assessor do nosso deputado e grande combatente José Manuel Coelho, recebendo pelo meu trabalho a quantia de 1.550,00 euros, não os tais 2.499,67 que o pasquim do JM escreveu. E acreditem senhores leitores, o dinheiro está em boas mãos! Tenham a certeza que não é para comprar papas NESTUM, nem criar um máfia familiar, como fez aquele Vilão abrutalhado de Santana, que veio para o Funchal casar as filhas com ingleses e parir o nosso Bokassa Ofélia. P.S. Aproveito para informar, que o pasquim JM mente descaradamente. Márcio Amaro (Manuel Bexiga) não trabalha nem recebe qualquer quantia do PTP.