Jaime Silva Gostaria de comunicar ao senhor Cláudio que todo o trabalho que teve para dar resposta à carta que enviei foi em vão, apesar de ter demorado dois dias!. A maioria dos argumentos que usou vieram sim confirmar as dúvidas que levantei: afinal andaram os pais e outros colaboradores a participar em algo que só agora ficaram a saber para que fim se destina, pois nada disto que o Cláudio aqui diz, tinha sido dito na devida altura. Mas o mais interessante, é o facto de preferir atirar contra a pessoa em vez de responder a esse 'monte de mentiras' que diz que eu inventei. Pois fique sabendo que as questões mais pertinentes que levantei, sem atacar pessoalmente a sua pessoa ou quem quer que fosse dos colaboradores das escolinhas - e que eu saiba, o único nome que me referi na carta que escrevi, não tem nada a ver com as escolinhas - não foram sequer refutadas por si. É isso que eu lamento. Se prefere dizer que não teve ajuda para a referida atividade, diga, mas quando se precisa de ajuda, pede-se. Já agora, fique sabendo que não sou deputado e em vez de se preocupar com isso, devia sim antes preocupar-se mais com a gestão interna do grupo escolinhas, com a necessidade de orientar um grupo de técnicos e colaboradores que estão desnorteados, se calhar por isso é que não compareceram ao convívio. Mas esta questão preferiu não responder, é mais fácil chamar-me deputado! E outras coisas que distraem os outros e assim o que é mais importante fica por esclarecer. Mas gostei de saber que o trabalho dos pais a vender rifas, em princípio não foi em vão. Foi a única dúvida que esclareceu, mas também no lugar errado! Só por isso a minha carta já serviu de alguma coisa! Gostava de ter estado num convívio com um espírito aberto, sem parecer estar por favor e sentir o calor das escolinhas, a ajudar no que fosse necessário, mas a lógica de grupo que alguns teimam em fazer persistir, impedem a geração de uma atmosfera que não seja densa e às vezes irrespirável. Mas não é isto que me vai por mal com a vida, se é isso que deseja!