Jorge Martins Não sei, juro que não, se continuam a cantar isto nas festividades em Fátima, embora me pareça, que agora é que os Srs. Bispos, Arcebispos , Cardeais e quejandos, deveriam incentivar a populaça, tal como fizeram na ida para África, para a sua, particular, guerra de evangelização ou mesmo nos idos da Revolução, no incendiar de ódios com os familiares e vizinhos só por terem uma outra opinião... blafesmos, comunistas ou até pior. Vamos é brincar à caridadezinha , Isabel Jonet "dixit"... Pois, e os pobres, famintos, que venham, reverentemente, pedir !!! Chamemos-lhe o acto consumado, de alguém consumida, perdão concebida, sem mácula, Oh isso!!!. Quero ouvir doutra quimera, se já lhe não batem em casa, se os miúdos bebem leite, se não são abusados , maltratados, se vivem ao menos sem serem incomodados. Eu bem sei que nada disto é fácil !! Eu bem sei que casa onde não há pão...Mas vamos ficar quietos e mudos perante tão ruim ameaça? Mas somos feitos de quê? De argamassa? É que "Não há machado que corte, a raiz ao pensamento, porque é livre como o vento..." ( Manuel Alegre ) " Negro, bairro negro , bairro negro, onde não há pão , nem há sossego..." ( Zeca Afonso ) "...el camiño se hace camiñando..." ( Juan Manuel Serrat ) " ... ne me quite pas..." ( Jacques Brel ) " ...day after day alone in the hill , the man with a foolish..." ( John Lennon ".., conformar-se é submeter-se e vencer é conformar-se, ser vencido. Por isso toda vitória é uma grosseria..." ( Fernando Pessoa ) No paradigma do sol posto, há um outro que te reclama , com sabor a figos, champanhe, sempre mosto!