Sócrates, os comunistas e a maçonaria mandaram a dengue acabar com as já debilitadas defesas da Madeira, depois das enxurradas e dos fogos que nos atormentaram. Não foram estes governantes que negligenciaram o ataque ao mosquito, tal como o fizeram com as contas da região e tal como ocultaram os nomes das empresas devedoras à segurança social e ocultam a quem pagam juros, os causadores do estado de sítio em que nos encontramos. Nem é pelo jackpot e mordomias aos partidos e deputados que pagam na assembleia legislativa mais barato do que paga um aluno no bar da escola. Qualquer escola! A estes políticos não lhes basta carro para si, filhos e dar de comer ao cão, combustível e parque, viagens à borla até em férias, nem mesmo garantia de emprego para a família toda. Têm ainda de gozar com o povo e achincalhar no madeira livre ou no jornal da madeira quem lhes faz frente. Triste de quem gritou tanto contra o garrote dos governos centrais e ao mesmo tempo gastou 76 mil euros do dinheiro dos contribuintes para comprar um quadro na Cristhie´s, para mais tarde recordar os dias em que o telefone se calou nas escolas, o gás acabou nas piscinas e os túneis ficaram a ver-se de longe, de montanha para montanha, à espera da ponte. Não é preciso mais praga nenhuma para arrasar a Madeira, já cá temos a turma da laranja murcha superiormente comandada, mesmo que só regue meio pomar, a outra metade só levou remédio. Mesmo que submissos à ganância de uma banca que ninguém deixa cair e que tem reformados com mensalidades de quase 400 vezes o salário mínimo, esta classe política continua a fazer as leis para si e para os seus porque não pode deixar de o fazer. Estão empenhados e penhorados, vão comer com boca larga até que o povo se lembre que é quem mais ordena. O Manel, o João e a Maria vão cansar-se de saber e denunciar e depois fugir da justiça que larga o cachorro atrás do mensageiro porque nem quer ter complicações por investigar seja o que for. Mesmo que seja notório que, para alguns, dois e dois são sempre mais do que quatro. E quando se tratar, não de ter igual ou mais que o vizinho, mas de não haver pão na mesa, a solução, com o devido respeito por quem já desesperou, não pode nunca passar por ir sozinho. Se nós respondemos com as nossas casas, carros e outros bens para uma qualquer irresponsabilidade, não devemos fazê-lo para com o devaneio dos políticos. Foram os maus gestores do país ou da nossa região que não souberam governar, apenas se governaram, e que bem, em proveito próprio. E isto não é denúncia alguma, é um facto que é comprovado pelo que tinham antes de irem para a política. Saem bem aviados (com raras excepções) e ainda recebem de prémio chorudas remunerações em empresas que trabalham com dinheiros públicos. Não é o Natal que queremos, nem será 2013 melhor do que este ano, essencialmente porque os incompetentes que gerem o sítio onde vivemos não prestaram a mínima atenção às pessoas nem deram valor à solidariedade. Muitos acabam o ano sem trabalho, sem casa e com pouco para comer. Não percam a dignidade nem os amigos, muito menos a família. Porque os verdadeiros, família e amigos, por muita caca que os colarinhos brancos façam, não abandonam ninguém. E vamos precisar bem deles. Com carne vinha d´alhos e um licor caseiro, não há alma que não aqueça. Há-de haver quem tenha, façam das dificuldades um motivo de união e convívio. Sempre se passa um Natal mais aconchegado. Boas Festas.
Vai apagando a luz
Muitos acabam o ano sem trabalho, sem casa e com pouco para comer. Não percam a dignidade