Maioria aprovou sozinha o Plano e Orçamento para 2013 Os deputados da maioria social democrata à Assembleia Legislativa da Madeira aprovaram sozinhos ao final da manhã o Plano e Orçamento para 2013. A proposta para o novo exercício não reuniu os votos favoráveis da oposição. O líder do Governo Regional reiterou a importância da autonomia fiscal e do CINM para o futuro da Região e considerou que a oposição teme o crescimento económico e o desenvolvimento financeiro. Reivindicar a Lei das Finanças Regionais de 2010, entretanto suspensa pela Lei de Meios, é objectivo central das negociações com a República. Contudo, Jardim diz ser necessária cautela nesse processo de revisão conduzido num contexto de Ajustamento económico e financeiro. Antes da intervenção do líder do Governo Regional, Jaime Ramos, em representação da bancada social democrata, disse que o PSD-Madeira nunca irá perdoar o CDS/PP e o PSD nacionais por terem obrigado o executivo madeirense a assinar o Plano de Ajustamento. O líder centrista José Manuel Rodrigues abordou o Estado da Região e fez um pediu a Jardim que abondanasse a chefia do executivo. O líder do CDS-PP defendeu a constituição de um Governo de Emergência Regional para inverter o rumo da economia madeirense. O PS, pela voz de Vitor Freitas, diz que serão os próprios sociais democratas a prescindir do actual líder logo após as eleições autárquicas. José Manuel Coelho imputou diversas responsabilidades a Jardim, inclusive criminais. O líder dos comunistas madeirenses Edgar Silva enumerou 11 razões para o voto contra a um Orçamento que transpõe para a Região a receita do Governo de coligação de Passos Coelho. Segundo o PAN de Rui Almeida falta autonomia intelectual ao Plano e Orçamento para 2013. Roberto Vieira do MPT responsabilizou o PSD e o CDS/PP pelas políticas de austeridade. Por último, Helder Spínola do PND considerou que o PSD sempre chamou a si o mérito em tempo de abundância. Hoje, diz o deputado, a culpa é dos outros. Para amanhã, sexta-feira, está agendada a votação final global do Orçamento e Plano para 2013.
Maioria aprovou sozinha o Plano e Orçamento para 2013
Os deputados da maioria social democrata à Assembleia Legislativa da Madeira aprovaram sozinhos ao final da manhã o Plano e Orçamento para 2013. A proposta para o novo exercício não reuniu os votos favoráveis da oposição.
O líder do Governo Regional reiterou a importância da autonomia fiscal e do CINM para o futuro da Região e considerou que a oposição teme o crescimento económico e o desenvolvimento financeiro.
Reivindicar a Lei das Finanças Regionais de 2010, entretanto suspensa pela Lei de Meios, é objectivo central das negociações com a República. Contudo, Jardim diz ser necessária cautela nesse processo de revisão conduzido num contexto de Ajustamento económico e financeiro.
Antes da intervenção do líder do Governo Regional, Jaime Ramos, em representação da bancada social democrata, disse que o PSD-Madeira nunca irá perdoar o CDS/PP e o PSD nacionais por terem obrigado o executivo madeirense a assinar o Plano de Ajustamento.
O líder centrista José Manuel Rodrigues abordou o Estado da Região e fez um pediu a Jardim que abondanasse a chefia do executivo.
O líder do CDS-PP defendeu a constituição de um Governo de Emergência Regional para inverter o rumo da economia madeirense. O PS, pela voz de Vitor Freitas, diz que serão os próprios sociais democratas a prescindir do actual líder logo após as eleições autárquicas.
José Manuel Coelho imputou diversas responsabilidades a Jardim, inclusive criminais.
O líder dos comunistas madeirenses Edgar Silva enumerou 11 razões para o voto contra a um Orçamento que transpõe para a Região a receita do Governo de coligação de Passos Coelho.
Segundo o PAN de Rui Almeida falta autonomia intelectual ao Plano e Orçamento para 2013.
Roberto Vieira do MPT responsabilizou o PSD e o CDS/PP pelas políticas de austeridade.
Por último, Helder Spínola do PND considerou que o PSD sempre chamou a si o mérito em tempo de abundância. Hoje, diz o deputado, a culpa é dos outros.
Para amanhã, sexta-feira, está agendada a votação final global do Orçamento e Plano para 2013.
