A. S. Desde há uns meses para cá que tenho conversado com amigos e colegas sobre uma certa funcionária das bombas de combustível da via rápida, de seu nome S.J. (omito por motivos óbvios). Ela é uma mulher pequenina e faladora. Já assisti a desvios de dinheiro irem para o seu bolso daqueles montes que eles fazem de vez em quando, já fui até insultado com palavrões e bitaites que são habituais numa lota e não numa área de serviço, já ouvi até essa pessoa dizer que o próprio chefe tem medo dela e "baixa a bola" quando ela fala com ele. Se tiverem alguma questão ou dúvida sobre qualquer assunto dessa marca de combustíveis... esperem pela pessoa do turno seguinte para perguntarem. Senão ainda vão ouvir coisas que não devem mal voltem as costas. Nada tenho contra essa pessoa ou empresa e tão pouco contra os seus gerentes, mas se contratam pessoas assim certamente não abona nada em favor da marca que representam. Eu deixei de frequentar aqueles postos, e se tiver mesmo de ir, tento ver quem está na caixa antes de abastecer. Como diz a canção "Não, não sou o único..." neste caso a ser mal atendido por essa funcionaria. Aproveito ao DN para agradecer este espaço livre de censura que permite a nós, simples leitores, expressarem e divulgarem as nossas opiniões, receios, alertas e pedidos. Um grande abraço a todos e continuidade a este espaço.