Octávio Tomaz Acabou o congresso da visão para o futuro de alguns no "condomínio fechado". A Madeira em agonia com políticas do PSD Madeira não mereceu atenção. O PSD afastou-se ainda mais da Madeira real. A aflição chegou aos privilegiados que cegam na busca da sua estabilidade e controlo. Perderam a calma, a segurança que dava conselhos. Agora estrebucham à mínima contrariedade. Assim se detectam os genuínos interesses, a democracia "sui generis" e a desvalorização de ideias exteriores e de gente capaz. O "casamento consanguíneo", na ora tribozinha, vai estilhaçar o código genético do partido provocando mais abortos, materializados em decisões deformadas e a promoção de idiotas. O congresso do PSD é um fracasso, a política de caciquismo levará a um maior isolamento. A arrogância é tanta que o calendário vai já em 2015 num país sem horizontes. Há um tolo sentimento que estão salvaguardados e capazes de manipular as massas. Quão cego vai o PSD do instinto do quero, mando e posso, o instinto das eternas vitórias assentes na manipulação de interesses. O querido líder prossegue imaculado, as bases é que têm as culpas e voltarão a tê-las nas próximas eleições quando o "elefante" entrar nas "lojas de loiça" na caça de votos. Cegos na expectativa de "a ver se o tempo cura". Depois de tanto mandar os outros embora não atingem que chegou à sua hora. Não vai dar para "só mais esta vezinha". A culpa não é dos Albuquerques, os agora inimigos externos. A culpa é das eternas cúpulas do PSD que só dão espaço para si e aos seus interesses, quiçá o novo empréstimo para lá caminhe. As pessoas afastam-se porque não acreditam e estão saturadas. Este é o país e a região onde os que se sacrificam por algo merecem a pobreza e os medíocres espertos, destas políticas, dedicam-se a esvoaçar pela oportunidade e ditam as leis do suicídio colectivo. Findas 3 etapas na decadência do PSD, foi assinada a dação do "condomínio fechado". O povo concede todas as honrarias passadas e salda a sua conta com o PSD. Vai agora procurar outro rumo, alheio à manipulação da lealdade e da eterna gratidão. O povo também precisa de viver.