António Nóbrega O vereador do PS Machico, Ricardo Franco, também quis meter o seu garfo nas trutas do Ribeiro Frio. Sem mais nem menos, qual escudeiro que sempre foi do verdadeiro autor do texto, dissertou, que nem Cervantes, sobre a guerra e o vento fronteiriços. Não poderia um tal de João Sousa ficar com o exclusivo de criticar, também ironicamente, uma acção natural da Câmara de Machico. Este Ricardo, sem nada, também tinha de marcar pontos. Mesmo com palavras emprestadas, tinha de dizer ao PS local "Alto lá, também estou aqui e quero ser de novo candidato". É tempo de marcar posição. Até foi fácil. De Dom Quixote e Sancho Pança percebe bem o rapazinho. Toda a vida, sem questionar, qual criado, defendeu os devaneios quixoteanos dos agora bem aposentados (mais subvenção vitalícia) cavaleiros da demagogia andante. Era o montador das aparelhagens sonoras que espalhavam palavras de vento pelo vale. E, humilde e alegremente, até conseguiu garantir, qual Sancho, a mais simples condição materialista possível: receber um principesco ordenado de assessor do Grupo Parlamentar do PS-Madeira (ou seja, do jackpot da Assembleia). Para fazer o quê? Que se saiba ou se veja, apenas para manter a porta da sede do PS local aberta e, todos os dias, ir levar e buscar a donzela ao trabalho: Onde? Na Câmara onde foi adjunto, claro. Porque o puritanismo de Cervantes só é obrigatório para o PSD. O resto são trutas... ou tretas. Claro.