Henrique Cantigas/Tiago Cardoso Desde algum tempo que temos tido conhecimento de algumas críticas em relação aos nossos animais, (alguns deles que se encontram entre a avenida Arriaga e a zona do Apolo no Funchal), e também bastantes elogios como não poderia deixar de ser. Não poderíamos deixar de constatar que as críticas que nos são feitas têm todas elas uma característica em comum: provêm de pessoas que não têm o mínimo de conhecimento de uma ave de rapina ou exótica, o que é perfeitamente normal, porque esse tipo de conhecimento não se adquire na escola. Porém acusam-nos com facilidade de maus tratos animais e de exploração dos mesmos. Em resposta à senhora Isabel Francisco, nós também deixamos aqui umas recomendações já que também nos deixou uma: só toque num animal daqueles se souber mesmo o que está a fazer; nunca adquira animais dos quais não sabe as necessidades, os hábitos, a alimentação e a mais importante, não teça criticas infundadas a pessoas que trabalham e cuidam da melhor forma dos seus animais. Feitas as recomendações passamos a explicar: os nossos animais estão todos legais, nasceram em cativeiro e nunca souberam o que era a vida selvagem. Se não estivessem com a nossa empresa estariam numa casa de animais a espera que alguém os adquirisse. Nós não exploramos os nossos animais, exploramos sim uma fotografia com os mesmos. E para finalizar convidamo-la a si ou a quem estiver interessado a visitar-nos, interagir com os nossos animais e observar a cumplicidade que temos com todos eles, o carinho que lhes é dado e todos os cuidados. Somos fiscalizados regularmente por quem de direito e orgulhamo-nos de estar na Região Autónoma da Madeira há cerca de 2 anos. Dizer que a Ilha da Madeira já tem atracções turísticas suficientes é no mínimo um pensamento muito infeliz. Em contrapartida os elogios que nos tecem vêm de amigos que têm conhecimento do tratamento que damos a nossos animais, porque convivem com eles quase diariamente, vêm também de turistas, em especial do norte da Europa, pois têm uma grande tradição em falcoaria e facilmente analisam a condição física de uma ave de rapina e a relação que tem com o falcoeiro. Ou seja um grupo restrito mas com conhecimento de causa. Para concluir, no passado dia 16 de Novembro fomos abordados por um turista que por sinal é falcoeiro da National Geographic e que nos congratulou pelo nosso trabalho, dizendo que as nossas águias se encontravam muito bem tratadas e com uma relação excelente connosco. São estes elogios que nos deixam felizes e com a certeza que o nosso trabalho está a ser bem feito. Desde já agradecemos a todos aqueles que nos apoiam e ajudam, um grande abraço da grande equipa FOTOSOUVENIR.