Os portugueses e os madeirenses em particular, vivem o dia a dia completamente espremidos e sufocados, em consequência das brutais medidas de austeridade, impostas pelos governos da República e da Região, nomeadamente através do OE 2012 e do PAEF. Ainda mal refeitos desta brutalidade, os cidadãos foram confrontados recentemente com novas medidas de austeridade no âmbito do Orçamento de Estado para 2013. Em 2013 e por imposição do CDS e do PSD, as famílias madeirenses irão ser confrontadas, quer no sector privado, quer no sector público, com a perda de mais de dois salários para além de outras medidas de austeridade que terão enormes consequências na qualidade de vida dos seus agregados familiares. Refira-se, por outro lado que, o PSD e o CDS mandaram reavaliar 80 mil casas e prédios na Região, que poderão ter aumentos 7 a 8 vezes superiores aos atuais, já em 2013. A propósito do IMI, e para desfazer insinuações em relação ao MPT, é oportuno referir que os empréstimos contraídos pelas câmaras do Funchal e Câmara de Lobos, no âmbito do PAEL, não comportam aumento de taxas, mas, já no caso de Santa Cruz, haverá aumentos significativos, por isso, neste caso, o MPT votou contra É bom lembrar que, em todas estas medidas de austeridade, o PSD teve sempre o voto precioso e o aplauso do CDS de Paulo Portas, outrora dito defensor dos mais desprotegidos. Já não restam dúvidas a ninguém que o PSD e o CDS são diferentes enquanto oposição, Iguais quando estão no poder.
João Isidoro Gonçalves - Presidente do MPT-M