HA Esta minha opinião vem no seguimento do trabalho publicado no DN do dia 7 de Outubro, relativo "Á Causa das Coisas". Felicito desde já os trabalhos e temas aqui tratados e dizer que sou da mesma opinião dos entrevistados (lamento a falta da opinião do sr. Presidente do IEM, mas nestes casos é normal estarem sempre indisponiveis) querendo ainda acrescentar o seguinte: Faltou a opinião de algumas pessoas na situação de desemprego, para tentar perceber como é o seu dia a dia para combater esta situação. Compreendo que não acreditem no IEM e na forma de como se processam as coisas mas o que fazem por iniciativa própria? Quantos "curriculos" entregam diariamente? A que horas comparecem nas empresas a procurar trabalho? Estão dispostos a novas experiências mesmo abdicando de toda a sua formação? Ao IEM deixo aqui algumas sugestões de forma a facilitar as ofertas de trabalho: Colocar numa parede um quadro com ofertas de emprego no sentido de facilitar os utilizadores do espaço a uma fácil procura (tal como fazem com os papéis de ofertas para o estrangeiro...); Criar uma boa base de dados de forma a saber quais as pessoas que se enquadram às diversas ofertas mas em tempo real; Incentivar a procura de trabalho dando aos desempregados postais para apresentar nas diversas empresas da RAM enquadradas no perfil de cada um; Explicar aos empresários e desempregados as diversas formas de insenctivos existentes e como poderam aceder de uma forma simplificada. O que pretendo é uma RAM mais justa e sem conflitos de interesses ou prejuizo de uns pelos outros.