A participação ficou aquém das expectativas, mas não deitou por terra os objectivos da organização. Menos de uma centena de pessoas participaram, este domingo, na Marcha Nacional Contra a Fome e a Pobreza em Portugal. Uma iniciativa que aconteceu também em Lisboa e Ponta Delgada, organizada pela Associação Mãos Unidas.
No Funchal, a organização ficou a cargo do Clube Viver a Vida da Escola Básica e Secundária Dr. Horácio Bento de Gouveia. Diva Castro diz que chegou à altura de dizer "basta!".
A fraca participação deixou a organização um pouco desalentada. Diva Castro esperava mais pessoas a marchar.
Quem também ficou triste com a ausência de mais participantes foi o Padre Bernardino Andrade, capelão do hospital que também marchou contra a fome e a pobreza. Para o sacerdote, nesta manifestação deveriam ter estado "mais pessoas do que na Procissão do Corpo de Deus".
Menos de uma centena de pessoas marcharam em silêncio, desde o Largo da Sé até ao Parque de Santa Catarina, passando por entre as esplanadas cheias de clientes da placa central da Avenida Arriaga.
No fim houve uma salva de palmas. Nos pontos de venda instalados no Parque de Santa Catarina, o valor angariado com a venda de bolos, sandes e outros produtos vai reverter para os alunos mais carenciados da Escola Horácio Bento de Gouveia.
