Leitora devidamente identificada A D. Vitorina é uma senhora utente residente no Lar Santa Isabel, pertencente à Santa Casa da Misericórdia do Funchal. Esta utente esteve na origem de um processo disciplinar e consequente despedimento de uma funcionária, onde foi alegado mais tratos à utente. A funcionária, ao sentir-se caluniada e injustiçada recorreu à ajuda judicial. O processo decorreu em tribunal e o despedimento foi considerado ilícito. As provas apresentadas pela acusação foram consideradas falsas e as testemunhas, além de fazerem figuras tristes em pleno julgamento, mentiram descaradamente. O juiz fez questão de se deslocar ao lar, acompanhado dos advogados e de um oficial de justiça para ouvir a senhora lesada, tendo concluído que a funcionária nunca maltratou a utente. Neste lar, já outros casos semelhantes aconteceram, outras funcionárias foram demitidas injustamente, inclusive uma situação um tanto ao quanto insólita, em que a altas horas da noite, uma funcionária foi obrigada a assinar um documento, sem saber que estava a assinar a sua própria demissão. Se a mesa administrativa não tem conhecimento desta realidade, é porque quem transmite a informação do que se passa neste lar a manipula e a deturpa para favor e bem estar de uns e desgraça de outros. É importante salientar que, mesmo depois da funcionária demitida já lá não estar a trabalhar, a Dª Vitória continuou a aparecer com nódoas negras, até mesmo alguns dias antes do Natal, a senhora apareceu com um olho negro. Neste lar já aconteceram muitas situações estranhas. Dá para todos os gostos: pernas partidas, nádegas e bocas queimadas, feridas nas pernas, quedas inesperadas e também as célebres nódoas e até furto de dinheiro. Infelizmente quem assume a direcção técnica nada faz, simplesmente porque também dá o mau exemplo, com o seu feitio 'levado à breca', arrogante e prepotente do 'quero, posso e mando'. Tem magoado e tornado a vida infeliz a algumas utentes e tem feito a vida negra a algumas funcionárias, até com ameaças de despedimento. Mas ao contrário de tudo isto, existem funcionárias que são protegidas, independentemente do que façam que, para salvaguardar o emprego, aceitam mentir em tribunal prejudicando colegas, mas satisfazendo os caprichos maldosos e vingativos desta senhora que se diz directora , que adora fazer massacre psicológico e sente-se feliz por amedrontar, esmagar, escravizar e tratar as pessoas como se fossem objectos descartáveis, relançando a ideia de que neste lar existem utentes e funcionários de primeira e segunda categorias. Muitas queixas foram já feitas na Segurança Social e ia Inspecção de trabalho, mas ninguém tenta averiguar nada, e sabem porquê? Porque esta senhora tem 'costas largas' é casada com um conhecido deputado e esconde-se por detrás da sua boa reputação. Para ocupar um cargo desta natureza, não basta só ter qualificações académicas. Há que ter outra formação e de longe esta senhora tem um diploma de distinção em bondade e carácter humano. Todo o seu comportamento e atitudes indicam falta de sentimentos, desleixo e despreocupação pelo bem estar e protecção de todos aqueles que residem e trabalham nesta instituição. Será que a mesa administrativa tem consciência da gravidade de todas estas situações que põem em causa a credibilidade e o bom nome desta instituição? Será que têm conhecimento do verdadeiro motivo que levou o ex-provedor a demitir-se? Desejo a todos um bom ano, em especial para a Dª vitória, mas sem nódoas negras!