R. J. Na penúltima semana de 2011 precisei dos serviços do departamento do IGA, serviço de água de rega, situado no edifício do Governo Regional na Av. Zarco. A fila de pessoas era extensa e morosa e como o meu caso era apenas uma informação tentei vislumbrar um funcionário (a) que me pudesse orientar. Tentativa vã já que entre tantas pessoas não vi nenhuma com qualquer identificação a quem pudesse pedir a desejada informação/orientação. Arrisquei e fiz a pergunta a um senhor de camisa branca e calças pretas que estava à entrada da porta principal. Acabei por fazer um papel ridículo já que o visado me respondeu que não era funcioná-rio mas um utente como eu. Já não é a primeira vez que noto a falta de identificação em quase todo o pessoal daquele edifício (sobretudo contínuos) o que dificulta e atrasa os utentes daquele serviço. Porque achei que deveria haver mais rigor em serviços públicos procurei no Jornal Oficial e descobri que a resolução nº 76/98 do citado Jornal estabelece normas de atendimento ao público, entre as quais, diz que urge implementar um sistema de identificação do pessoal (cartão que os identifique) que desempenha a função de atendimento ao público. A resolução é de 1998, acabamos de entrar em 2012 e esta ainda não foi cumprida! De quem é a responsabilidade? Já agora um conselho: na eventualidade do pessoal se sentir inibido por andar com um cartão ao peito então coloque-se no pátio do R/C do referido edifício uma "barraca" com um serviço de informação ao utente onde apenas um funcionário resolveria este problema.