A.G. Mendonça O escriba-mor, também dono do pasquim JM, na sua raiva permanente para com o DN, escreveu a dizer que o DN do Funchal vai para o Guiness Book por causa de desmentidos. Deve doer-lhe bastante o facto de o DN ser um jornal de referência e de qualidade acima da média. O recente prémio internacional atribuído pela Associação Europeia de Jornais é prova inequívoca disso mesmo e não tem muitos dias que L.F. Menezes, destacado dirigente do PSD nacional, também cliente habitual da Quinta Vigia, afirmou publicamente que o DN do Funchal é o melhor jornal do País. Posto isto, é caso para dizer que os cães ladram e o DN segue. É um direito dos cidadãos terem uma informação livre e transparente, pelo que só uma mente doentia e perversa é capaz de insultar e enxovalhar aqueles que se limitam a cumprir a sua missão que, neste caso, é informar com rigor e sem medos as pessoas que buscam informação livre. Quem vai para o Guinesse Book é o pasquim laranja mais o patrão. O patrão, pelo facto de possuir um jornal no qual escreve páginas inteiras onde manipula a opinião pública e faz propaganda que até mete dó e, é claro, que quem paga tais devaneios são os contribuintes. O pasquim vai para o Guiness por ser um folheto de propaganda partidária, cuja principal função é a manipulação da opinião pública madeirense e a de publicar milhares de fotos por ano do dono, o que não se verifica em nenhuma outra parte do mundo. O panfleto tem preço na capa e, apesar de a tiragem ser superior a vinte mil exemplares por dia, ninguém consegue comprar um que seja, visto que são todos à borla. Isto é mais uma originalidade da mamadeira nova. Ainda sobre o pasquim, de referir que publicaram em letras garrafais o seguinte: "Verdadeiro serviço de psiquiatria vai iniciar-se em breve". Será que aquele título é piada para o patrão deles? Uma coisa é certa, está explicado o porquê de muitos madeirenses pretenderem saber acerca da sanidade mental de quem os governa, atendendo a que, segundo eles, o actual serviço de psiquiatria não é eficaz.