Sergio Rodrigues Escrevo esta minha reflexão depois de ouvir a boa prestação do primeiro ministro ao ser entrevistado pela RTP. Na verdade encontramos uma pessoa de principios que não está para caucionar os desmandos e loucuras do regime da Madeira Nova, por isso não vem dar cobertura ao Alberto João na campanha eleitoral. Atitude de coragem e de enaltecer. A outra verdade que está á vista de todos é que o único que cauciona os desmandos e deste regime e desta igreja é o Bispo do Funchal. Todos esperavam uma Igreja Renovada com o D. António Cavaco mas o que está á vista podemos enumerar facilmente: O Bispo do Funchal cauciona um orgão de informação como o Jornal da Madeira que rouba milhões de euros anuais aos seus diocesanos, cauciona com a sua presença e benção os milhões gastos em Novas Igrejas e que servem a propaganda do poder regional, cauciona com a sua presença os arraiais que realizados sob o chapéu das Paróquias e dos Padres que custam milhares de euros e são uma vergoonha para quem diz que é necessário ter em atenção com os pobres. Cauciona com a suas atitudes e silêncio o que se passa na sua diocese, com esta vergonhosa governação e o futuro de uma Igreja livre e pronta a responder aos desafios de um tempo de crise de fé. Será que o Bispo da diocese ainda não percebeu que só com o foclore religioso, com os arraiais com Quim Barreiros e companhia é que dá-lhe a ilusão que tem muitos cristãos. Talvez o pior cego seja aquele que não quer ver... Só mudará esta diocese um Bispo que não mande os outros falar por ele, basta de comunicados estéreis do padre do Colégio. A Igreja necessita de um Bispo que resolva as divisões, aceite o padre Marins Junior e aponte os erros de um governo que fere a dignidade dos seus cristãos. Esperamos que o Bispo revele uma atitude de liberdade e não viva caucionado pelos poderes terrenos que tanto gosta.