Andreia Spranger Sou moradora nos apartamentos Olaria, na Rua Conde Carvalhal e é com alguma indignação que cheguei segunda-feira a casa e tal como tem acontecido há já alguns dias desde que começaram as obras a frente dos apartamentos que têm sido feito descargas de material areia, tubagens e outros materiais, sem qualquer respeito pelos moradores. Estas descargas são feitas durante todo o dia no mesmo sítio á frente dos apartamentos, quando tem outros sítios onde não existem tantos moradores onde poderiam ser feitas, tal como o miradouro abaixo dos apartamentos onde não mora ninguém e podem fazer poeira e barulho á vontade. Entendo que as obras têm de ser feitas, só não entendo porque se as obras vão ser feitas ao longo da Conde Carvalhal o material não seja descarregado o mais perto possível do troço a recuperar uma vez que é feito por segmentos. Além disso, no final do ano de 2010 todos os moradores pagaram 240 € ao condomínio para ter os apartamentos pintados e restaurados por fora, aos quais agora estão cobertos de castanho. Vão pintar novamente os apartamentos ou pelo menos mandar lavá-los? É porque a Câmara Municipal do Funchal no ano passado concedeu a autorização e não sabia que iria ter obras? A parede onde estão a ser feitas as descargas é de um grande senhor do governo que certamente terá a parede recuperada após a conclusão das obras, vamos apostar??? O mesmo não acontecerá com os desgraçados dos restantes moradores que só têm comido pó, barulho e peões do condutor da caterpilar pequena que lá anda… (até já caiu numa vala!). Também não entendo porque continua a estrada aberta na zona em que o material está a ser descarregado? Porque já não bastam os camiões e caterpilares para cima e para baixo, temos que levar com os engraçadinhos que lá passam a fazer rally e a levantar ainda mais pó! Fechem pelo menos a rua. Aproveito também para chamar a atenção do condutor dos horários do Funchal da carreira 31 que com desrespeito pelos moradores sobe e desce em sentido contrário e nem tem a decência de abrandar, como se toda a gente soubesse que ele agora passa ali. Tenham bom senso, somos pacientes mas não abusem!