David Sousa Há poucos dias o Presidente do Governo Regional da Madeira, Dr. Alberto João Jardim, inaugurou o novo arruamento entre os sítios do Lombo e do Povo, na freguesia de Gaula. Pretendo com este texto, não criticar a utilidade da via, mas alertar as entidades responsáveis para o simples facto: Após a asfaltagem da estrada, os trabalhadores da empresa Miguel Viveiros, atiraram, deliberadamente, uma quantidade considerável de alcatrão para a berma de outra estrada que dá acesso a várias habitações. Esta atitude, fortemente censurável do ponto vista ambiental, assume outros contornos quando a associamos ao momento que vivemos…de crise. Considero inexplicável um acto irresponsável desta dimensão porque deduzo que este material estivesse contemplado no orçamento do arruamento. Daí a minha estupefacção. Porque não utilizar o excedente para pavimentar ou recuperar outras estradas? Estas gestões despesistas e sem qualquer sentido pelo bem comum deixam-me entristecido e preocupado. Perante uma conjuntura tão difícil onde está o sentido de responsabilidade? Que acompanhamento fazem os responsáveis às fases de construção destes investimentos públicos?