David O. Santos Fraga, Gestor de Negócio Spelta Espera-se de um jornal com a isenção, responsabilidade e abrangência regional que o DN Madeira possui, que tenha o devido cuidado e rigor na publicação de qualquer artigo, reportagem, noticia ou... carta do leitor! A carta da nossa cliente Idalina Pita, que infelizmente não conseguimos identificar na nossa base de dados para poder dar os esclarecimentos necessários directamente à mesma, possui demasiadas incorrecções e não consegue minimamente esclarecer qualquer leitor do Vosso jornal, antes pelo contrário, contribui para confundir mais outros clientes. A cliente em causa refere que recebeu uma factura, mas não indica que no mesmo envelope recebeu também uma nota de crédito de valor superior ao da factura, do que resulta um CRÉDITO a favor da cliente. Assim sendo, neste facto e em várias outras afirmações, a referida carta baseia-se à partida em pressupostos errados e completamente distorcidos que a cliente em causa não tentou esclarecer com a empresa fornecedora, o que teríamos todo o gosto em fazer. Assim sendo, os nossos reparos são: 1) a cliente deveria, antes de enviar uma carta com inúmeras informações erradas para ser publicada no DN, tentar recolher junto da empresa fornecedora os esclarecimentos necessários (se lhe puderem fazer chegar esta informação seria uma preciosa ajuda) e 2) o DN deveria ter o cuidado de, antes de publicar a referida carta, procurar verificar se os factos relatos correspondem minimamente à verdade! Não nos parece resposta aceitável do DN dizer que os artigos publicados "são da total responsabilidade dos seus autores"! Vale tudo desde que a carta esteja identificada? E o espírito jornalístico, o jornalismo de investigação, a responsabilidade de informar correctamente, são valores que não interessa garantir? De referir que a carta em causa ocupa 1/5 de página do Vosso jornal de forma gratuita com informações totalmente erradas, mas que se a Spelta quisesse utilizar um espaço semelhante como meio de informação / publicidade, custaria cerca de 700 euros, certo? Se a carta fosse com informações distorcidas e erradas sobre o DN decerto não a publicariam, pelo que gostaríamos do mesmo tratamento de futuro, atendendo a que em relação a este caso já nada à a fazer! Somos uma empresa séria, onde trabalham pessoas sérias, exigimos um tratamento jornalístico sério de um jornal que consideramos sério!