As eleições presidenciais já eram, o FMI já não vem e, por cá, discutem-se agora plataformas, movimentos e coisas que tais. E, é claro, discute-se ainda a crise.

Por fora ou por dentro de tudo isto, depende do olhar e do lugar que ocupamos, há a vida real. Aquela mesma que, esta semana, tem estado presente na série de reportagens que o DIÁRIO começou a publicar para assinalar um ano sobre a tragédia do 20 de Fevereiro. E o que temos visto é o retrato de um povo que não verga, de um povo com vontade de seguir em frente. Uns agradecidos, outros cansados de viver uma vida em suspenso, mas todos desejosos de prosseguir, esquecer, declarar vitória. São muitas as estratégias da sobrevivência. A reconstrução, o apego ao lugar, ou até fazer versos como a dona Maria José das Babosas. E, na verdade, este é um povo cheio de poesia. A poesia está lá nos lugares que recusam abandonar, nos animais que continuam a visitar, nas casas rodeadas de destruição, mas ainda assim o sitio a que chamam lar. Nem vale a pena falar de medo, de zonas de risco, de apartamentos novos, da possibilidade cientificamente provada de que vamos estar cada vez mais sujeitos a este tipo de fenômeno. Na vida real daquele povo que foi atingido, em cheio, pela tragédia, as coisas nunca foram fáceis. A margem de risco foi sempre muito grande. Tudo o que conquistaram foi à força. À força de braços e pernas e à força de contrariar uma natureza que poucas vezes deu tréguas. Foi este o povo que esculpiu socalcos em sítios inimagináveis, que cavou levadas e desenhou o caminho da água, que furou as entranhas da terra. E em tudo isto há uma poesia real, que não se escreve, mas que se vive como única existência possível. Por isso, é pena que esta gente de verdade seja tantas vezes esquecida. Porque a verdade desta terra não está nas plataformas, nos movimentos, no discurso tantas vezes oco da política. A verdadeira essência desta terra está neste povo que contorna as dificuldades que existem do mar à serra.

Por fora ou por dentro de tudo isto, depende do olhar e do lugar que ocupamos, há a vida real. Aquela mesma que, esta semana, tem estado presente na série de reportagens que o DIÁRIO começou a publicar para assinalar um ano sobre a tragédia do 20 de Fevereiro. E o que temos visto é o retrato de um povo que não verga, de um povo com vontade de seguir em frente. Uns agradecidos, outros cansados de viver uma vida em suspenso, mas todos desejosos de prosseguir, esquecer, declarar vitória. São muitas as estratégias da sobrevivência. A reconstrução, o apego ao lugar, ou até fazer versos como a dona Maria José das Babosas. E, na verdade, este é um povo cheio de poesia. A poesia está lá nos lugares que recusam abandonar, nos animais que continuam a visitar, nas casas rodeadas de destruição, mas ainda assim o sitio a que chamam lar. Nem vale a pena falar de medo, de zonas de risco, de apartamentos novos, da possibilidade cientificamente provada de que vamos estar cada vez mais sujeitos a este tipo de fenômeno. Na vida real daquele povo que foi atingido, em cheio, pela tragédia, as coisas nunca foram fáceis. A margem de risco foi sempre muito grande. Tudo o que conquistaram foi à força. À força de braços e pernas e à força de contrariar uma natureza que poucas vezes deu tréguas. Foi este o povo que esculpiu socalcos em sítios inimagináveis, que cavou levadas e desenhou o caminho da água, que furou as entranhas da terra. E em tudo isto há uma poesia real, que não se escreve, mas que se vive como única existência possível. Por isso, é pena que esta gente de verdade seja tantas vezes esquecida. Porque a verdade desta terra não está nas plataformas, nos movimentos, no discurso tantas vezes oco da política. A verdadeira essência desta terra está neste povo que contorna as dificuldades que existem do mar à serra.

Por fora ou por dentro de tudo isto, depende do olhar e do lugar que ocupamos, há a vida real. Aquela mesma que, esta semana, tem estado presente na série de reportagens que o DIÁRIO começou a publicar para assinalar um ano sobre a tragédia do 20 de Fevereiro.

E o que temos visto é o retrato de um povo que não verga, de um povo com vontade de seguir em frente. Uns agradecidos, outros cansados de viver uma vida em suspenso, mas todos desejosos de prosseguir, esquecer, declarar vitória. São muitas as estratégias da sobrevivência. A reconstrução, o apego ao lugar, ou até fazer versos como a dona Maria José das Babosas. E, na verdade, este é um povo cheio de poesia. A poesia está lá nos lugares que recusam abandonar, nos animais que continuam a visitar, nas casas rodeadas de destruição, mas ainda assim o sitio a que chamam lar. Nem vale a pena falar de medo, de zonas de risco, de apartamentos novos, da possibilidade cientificamente provada de que vamos estar cada vez mais sujeitos a este tipo de fenômeno. Na vida real daquele povo que foi atingido, em cheio, pela tragédia, as coisas nunca foram fáceis. A margem de risco foi sempre muito grande. Tudo o que conquistaram foi à força. À força de braços e pernas e à força de contrariar uma natureza que poucas vezes deu tréguas. Foi este o povo que esculpiu socalcos em sítios inimagináveis, que cavou levadas e desenhou o caminho da água, que furou as entranhas da terra. E em tudo isto há uma poesia real, que não se escreve, mas que se vive como única existência possível. Por isso, é pena que esta gente de verdade seja tantas vezes esquecida. Porque a verdade desta terra não está nas plataformas, nos movimentos, no discurso tantas vezes oco da política. A verdadeira essência desta terra está neste povo que contorna as dificuldades que existem do mar à serra.

E o que temos visto é o retrato de um povo que não verga, de um povo com vontade de seguir em frente. Uns agradecidos, outros cansados de viver uma vida em suspenso, mas todos desejosos de prosseguir, esquecer, declarar vitória.

São muitas as estratégias da sobrevivência. A reconstrução, o apego ao lugar, ou até fazer versos como a dona Maria José das Babosas. E, na verdade, este é um povo cheio de poesia. A poesia está lá nos lugares que recusam abandonar, nos animais que continuam a visitar, nas casas rodeadas de destruição, mas ainda assim o sitio a que chamam lar. Nem vale a pena falar de medo, de zonas de risco, de apartamentos novos, da possibilidade cientificamente provada de que vamos estar cada vez mais sujeitos a este tipo de fenômeno. Na vida real daquele povo que foi atingido, em cheio, pela tragédia, as coisas nunca foram fáceis. A margem de risco foi sempre muito grande. Tudo o que conquistaram foi à força. À força de braços e pernas e à força de contrariar uma natureza que poucas vezes deu tréguas. Foi este o povo que esculpiu socalcos em sítios inimagináveis, que cavou levadas e desenhou o caminho da água, que furou as entranhas da terra. E em tudo isto há uma poesia real, que não se escreve, mas que se vive como única existência possível. Por isso, é pena que esta gente de verdade seja tantas vezes esquecida. Porque a verdade desta terra não está nas plataformas, nos movimentos, no discurso tantas vezes oco da política. A verdadeira essência desta terra está neste povo que contorna as dificuldades que existem do mar à serra.

São muitas as estratégias da sobrevivência. A reconstrução, o apego ao lugar, ou até fazer versos como a dona Maria José das Babosas. E, na verdade, este é um povo cheio de poesia. A poesia está lá nos lugares que recusam abandonar, nos animais que continuam a visitar, nas casas rodeadas de destruição, mas ainda assim o sitio a que chamam lar.

Nem vale a pena falar de medo, de zonas de risco, de apartamentos novos, da possibilidade cientificamente provada de que vamos estar cada vez mais sujeitos a este tipo de fenômeno. Na vida real daquele povo que foi atingido, em cheio, pela tragédia, as coisas nunca foram fáceis. A margem de risco foi sempre muito grande. Tudo o que conquistaram foi à força. À força de braços e pernas e à força de contrariar uma natureza que poucas vezes deu tréguas. Foi este o povo que esculpiu socalcos em sítios inimagináveis, que cavou levadas e desenhou o caminho da água, que furou as entranhas da terra. E em tudo isto há uma poesia real, que não se escreve, mas que se vive como única existência possível. Por isso, é pena que esta gente de verdade seja tantas vezes esquecida. Porque a verdade desta terra não está nas plataformas, nos movimentos, no discurso tantas vezes oco da política. A verdadeira essência desta terra está neste povo que contorna as dificuldades que existem do mar à serra.

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Foi este o povo que esculpiu socalcos em sítios inimagináveis, que cavou levadas e desenhou o caminho da água, que furou as entranhas da terra. E em tudo isto há uma poesia real, que não se escreve, mas que se vive como única existência possível. Por isso, é pena que esta gente de verdade seja tantas vezes esquecida. Porque a verdade desta terra não está nas plataformas, nos movimentos, no discurso tantas vezes oco da política. A verdadeira essência desta terra está neste povo que contorna as dificuldades que existem do mar à serra.

Foi este o povo que esculpiu socalcos em sítios inimagináveis, que cavou levadas e desenhou o caminho da água, que furou as entranhas da terra. E em tudo isto há uma poesia real, que não se escreve, mas que se vive como única existência possível.

Por isso, é pena que esta gente de verdade seja tantas vezes esquecida. Porque a verdade desta terra não está nas plataformas, nos movimentos, no discurso tantas vezes oco da política. A verdadeira essência desta terra está neste povo que contorna as dificuldades que existem do mar à serra.

Por isso, é pena que esta gente de verdade seja tantas vezes esquecida. Porque a verdade desta terra não está nas plataformas, nos movimentos, no discurso tantas vezes oco da política. A verdadeira essência desta terra está neste povo que contorna as dificuldades que existem do mar à serra.