O Mercado dos Lavradores constitui um testemunho da história da Cidade do Funchal. Está em decadência, bem como a sua área envolvente. Como está não pode continuar! Será demais exigir à CMF a adaptação dos espaços de apoio aos comerciantes e utentes do mercado e a criação de elevadores e rampas de acesso aos andares superiores? Porque não medidas de apoio ao acesso e circulação de deficientes? Porque não congelar as rendas e taxas dos comerciantes durante o período de crise, bem como disponibilizar apoio financeiro e incentivos diversos aos comerciantes para divulgação de produtos regionais. O Mercado deve ser um espaço onde se valoriza os produtos da nossa terra que são de excelente qualidade. Não pretendemos que o Mercado se torne num hipermercado, mas que tenha melhores condições para continuar a ser uma montra dos nossos produtos. Exige-se a implementação da instalação de sistema de vídeo vigilância, para garantir a segurança dos comerciantes e dos utentes. Outra medida importante é a criação da sinalização e sinalética interna e externa. Por exemplo, na Cidade não encontramos indicações precisas sobre a localização do Mercado, nesta Cidade tão visitada por nacionais e estrangeiros. É também conveniente adaptar os horários de abertura e fecho do Mercado, e, a concessão de facilidades para o parqueamento, com mais lugares e a preços mais convidativos. E, porque a cultura também deve estar no Mercado, deverá ser dinamizado o espaço para convívio e lazer, visando tornar esta zona num pólo atractivo, numa nova centralidade mais de acordo com a importância que representa para a Cidade. Por mim, é imperioso e urgente defender o Mercado dos Lavradores. É preciso não deixa-lo morrer! Contem com o meu apoio.

Dírio Ramos, Vereador do PCP na CMF