Daniel Rodrigues D.Aterro tem uma vivência curta mas curiosa. Começou a sua vida com parto súbito mas natural, sendo unanimemente perfilhado pela sociedade, dadas as razões que levaram à sua urgente concepção.
No início removê-lo seria muito caro, depois os meses foram passando, e os mais "doutos" aventuravam à boca pequena que os constrangimentos financeiros são tão grandes que não há dinheiro para o desgraçado sair dali. Mais uns meses, e após uns, também curiosos, resultados das presidenciais, a "coisa" começou a mexer-se! Nas comunidades sociais da Internet, nos Média, e por aí fora, D. Aterro começou a ser crescentemente contestado, até que a dimensão desta contestação atingiu o enorme limite de indiferença normalmente usado pelo Poder.
D. Aterro passa então a Plano cozinhado, desenhado e consumado em rapidez de micro-ondas!
Não havia dinheiro para a sua remoção, e em rapidez de relâmpago passaram a haver 40
(Que serão como sempre 80) milhões de euros, para uma mega obra!!
A triste oposição, raquítica de 30 anos de imobilismo, tenta-se aproveitar de um movimento que não devia ter coloridos políticos, pois assim perde a sua genuinidade
E acutilância. Triste oposição que deixa para os média a investigação (tão óbvia!), das razões que estão por detrás das aguas castanhas dos nossos ribeiros, que á tantas anos conspurcam o nosso Mar e a nossa imagem turística, e de grande parte dos inertes que originaram o nosso caro D. Aterro, e continuam a cada tempestade a vir por aí abaixo.
É mais uma vez o DN e gente de enorme cidadania quem o faz!
É no Poder Local que surge a única voz dissonante de um Partido onde urge a purga e depuração, pois apesar de silenciosa, existe lá gente de grande valor e honra!
Ai se certa gente da oposição, de grande prestígio e notoriedade, mas que à longo tempo "encolheu os ombros", olhasse o momento com olhos de ver…
Ai, afinal de nós, eunucos castrados e silenciosos de gente que confunde Deve e Haver
Numa irresponsabilidade criminosa!
Não interessa que as águas castanhas "desalavanquem"à anos a única grande alavanca da nossa pobre economia, o Turismo.
Mas já é importante a "alavanca" de mais uma mega obra, numa região sem crédito nem credores, porque está cheia de dívidas!
Bem hajam os que vêem por bem!