Tendo em conta a recente situação em que os bancos portugueses encontram-se devido não só à crise mas também aos alvos de injustiça que o nosso país é constantemente alvo, podemos andar, em Portugal, cada vez menos confiantes de que de facto a crise irá "passar", ora se estamos numa má situação e tudo o que as agências de rating fazem é cortar ainda mais, tiram-nos a pouca esperança e credibilidade que o nosso país tem, ou seja, supostamente, afastam potenciais investidores de qualquer que seja o ramo. A pergunta que colocamos é: " Que poderemos nós fazer para ajudar a resolver esta questão?", ora bem, uma delas é não fazer greves, porque se o país pára, não há como resolver a situação, e podendo falar apenas como um " mero estudante", digo, sou contra as greves, pois a única coisa que fazem é impedir o progresso, e se as pessoas querem realmente revoltar-se e mostrar a sua insatisfação, têm de mudar, ou o governo ou elas mesmas, ora bem, o governo está mudado, e não pode ser criticado pela falta de apoio das tais agências de rating. O que nos resta é mudar as pessoas, ou seja, porque não poupar em vez de gastar tudo o que tem e nao tem? E já agora, todos sabemos que é natal, mas não precisamos de ser nós os que compram a prenda mais cara para "mostrar" que gostamos mais, podemos oferecer uma prenda com um mais baixo valor monetário, mas um maior valor sentimental, algo em que os portugueses não são bons, a dar valor ás coisas mais "simples".
Vítor Nóbrega, Colaborador AAUMa