Tal como já tinha sido revelado pelo DIÁRIO, ficaram à porta da Assembleia Legislativa da Madeira os convidados de Edgar Silva. O deputado único do PCP pretendia realizar uma audição parlamentar, com dirigentes sindicais, para uma audição pública parlamentar sobre desemprego, salários em atraso e precariedade laboral.
À hora marcada, dois polícias estavam à porta do parlamento, com ordem para só autorizar a entrada do deputado.
O deputado e coordenador regional do PCP-M classificou de "baixeza" e "escabrosa" a decisão do presidente da Assembleia de proibir a entrada no parlamento e recordou que outras forças políticas utilizaram a sala do plenário.
Edgar Silva mudou a reunião para um espaço cedido pela Câmara do Funchal ao vereador comunista.
